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O MUNDO DE ACORDO COM A MONSANTO (doença causada por transgênicos é pesquisada)

O MUNDO DE ACORDO COM A MONSANTO
Roundup, inseticida usado em todo mundo por mais de 30 anos, retira a afirmação “Biodegradável” de seu rótulo.
Documentário: http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/05/01/this-company-may-be-the-biggest-threat-to-your-future-health.aspx?source=nl)

Dia 11 de março de 2008 a televisão francesa apresentou um bombástico documentário, uma produção franco-canadense que a maioria de americanos nunca verão. Nele a diretora Marie-Monique Robin explica como a gigantesca Monsanto Biotech ameaça destruir a biodiversidade agrícola que serviu a humanidade por milhares de anos.
Por milênios, os fazendeiros conservaram sementes da estação a estação. Mas quando a Monsanto desenvolveu as sementes geneticamente modificadas que resistiriam a seu próprio herbicida, o famoso Roundup, a multinacional norte-americana patenteou as sementes. Em toda sua história, o escritório de patentes e marcas registradas dos EUA se recusou a conceder patentes nas sementes, entendendo-as como forma de vida e com variáveis demais para ser patenteadas. Mas, em 1980, a corte suprema dos EUA permitiu patentes da semente em uma decisão apertada (5 a 4 votos), abrindo portas para um punhado dos corporações tomarem o controle da cadeia alimentar em todo o mundo.
Desde os anos 80, a Monsanto tem sido a líder mundial na modificação genética das sementes e ganhou 674 patentes da biotecnologia, mais do que todas as outras companhias. Os fazendeiros que compram sementes Monsanto têm que assinar um acordo comprometendo-se a não conservar as sementes produzidas após cada colheita para o replantio, ou mesmo vende-las para outros fazendeiros. Isto significa que os fazendeiros devem comprar sementes novas a cada ano.
A Monsanto pressiona fazendeiros e cooperativas, negociantes de sementes e qualquer um que seja suspeito de transgredir seus direitos sobre as sementes geneticamente modificadas. Para fazer isto, a Monsanto mantém um exército oculto de investigadores e agentes para recolher informações sobre o cultivo e as atividades dos agricultores. Secretamente, gravam e fotografam fazendeiros, proprietários de lojas, e cooperativas, infiltram-se reuniões da comunidade rural. Alguns agentes da Monsanto fingem ser topógrafos; outros confrontam fazendeiros em sua terra e pressiona-os a permitir o acesso da Monsanto a seus registros confidenciais. Os fazendeiros os chamam de “a polícia da semente”, “agentes da Gestapo” e “mafiosos” para descrever suas táticas. Fonte: Vanity Fair maio 2008
Livre tradução e ilustrações do Image Google por Dhan. Fonte: Dr. Mercola (USA) http://www.mercola.com/

Comentários do Dr. Mercola:
“A Monsanto, era uma velha e simples (*ver nota 1 da tradução) empresa química antes da re-estruturação depois da qual passou a ser uma companhia ocupada com as “ciências da vida”. Passou a usar a tecnologia biológica para alterar geneticamente as colheitas, e hoje é uma das maiores ameaças à humanidade e ao planeta. Ela tem capacidade e estrutura para, simplesmente, destruir a biodiversidade natural e a cadeia alimentar do mundo apenas para seu próprio lucro.
Complicando esse quadro, Monsanto está profundamente ligada à industria farmacêutica. A Pharmacia Corporation foi criada em abril 2000 com a fusão de Pharmacia & Upjohn com a Monsanto. Poucas pessoas sabem da conexão entre colheitas de GMO (Organismo Geneticamente Modificado) e mercado de medicamentos.
Eu acredito que a questão dos GMOs é um dos desafios mais significativos para a saúde no futuro. E a indústria de medicamentos tem como paradigma tradicional o foco no tratamento caro, mas superficial, dos sintomas das doenças. Desta forma, amigos, uma pessoa começa doente e fica mais doente, cada vez mais e sempre dependente do “self-service” de remédios caríssimos para aliviar apenas os sintomas. Nesse ciclo, não há como fugir destes dois desastres para a saúde onde um está alimentando os lucros do outro. O quadro geral é, certamente, desolador.
Amigos, é hora de dizer apenas NÃO à esta loucura e à falta de ética.
Deixe seus candidatos saberem sua opinião sobre os GMOs; encaminhe ao seu supermercado local sugestão para a oferta nas prateleiras de alimentos orgânicos; rejeite tudo que contenha produtos GMO. Isso significa a abstenção de alimentos processados trocando-os por aqueles orgânicos, de produção local e preparados por você em sua casa. (...)
Os alimentos transgênicos são responsáveis por novas e terríveis doenças?
Alguém já ouviu falar da “Doença de Morgellon”?
Até fevereiro de 2007, foram relatados no website da fundação Morgellon mais de 10.000 relatórios desta doença mistérios, ou seja, muito mais que os 2.000 relatórios de fevereiro de 2006.
Os relatórios vêm de 15 nações, incluindo Canadá, o Reino Unido, Austrália e os Países Baixos, assim como todos os 50 estados de EUA onde a maioria dos relatórios são dos estados Texas, Califórnia e Flórida.
As pessoas com doença de Morgellon descrevem-na como uma sensação de insetos ou parasitas “andando” sob a pele, acompanhada de lesões medindo alguns centímetros. Abertas, elas expõem estranhas fibras de coloração azul, preta ou branca e que curam muito lentamente. A fibra se parece com plástico modelável e pode ser tão fina quanto o fio de uma teia de aranha mas, contudo, forte o bastante para dilatar a pele e provocar, ao ser retirada, uma dor parecida com a extração de uma bala do corpo.
O CDC (Centers for Disease Control and Prevention, Canadá e USA), raramente lento em dar respostas à população, informava que estes sintomas poderiam, somente, serem descritos como uma manifestação nova. Finalmente, no site da instituição, fazem uma referência sobre o fenômeno chamando-o de uma “dermatopatia inexplicada”. Em agosto em 200, após um ano de observações, foram liberados $300.000 para investigar a doença.
O site do CDC (*ver nota 2 da tradução) lista, ainda, mais sintomas adicionais incluindo fatiga, confusão mental, a perda de memória a curto prazo, a dor constante, mudanças na visão, e deficiência orgânica social, incluindo o suicídio.
De acordo com um artigo do Natural News, publicado na semana passada, a doença de Morgellon pode ser ligada ao alimento geneticamente modificado.
Quando o CDC enfim, moveu-se, uma equipe de investigação ligada à universidade de Oklahoma / Dr. Randy Wymore, estudou algumas das fibras enviadas por vítimas de Morgellons e observou que as fibras de diferentes pacientes de diversos países, eram notavelmente similares entre elas, contudo não combinam com nenhuma das fibras comuns no meio ambiente.
Vitaly Scitovsky, professor da bioquímica e biologia de pilha na universidade rochoso do ribeiro em New York, descobriu que as fibras contêm a substancia Agrobacterium, um gênero das bactérias gram-negativas capazes de transformar geneticamente, não somente plantas, mas igualmente outras espécies eucarióticas, incluindo células humanas.
Estaremos agora no limiar do maior desastre alimentar que temíamos desde o início das pesquisas transgênicas?
A informação é poder. Passe adiante!
Se você não está convencido que esta é uma informação importante para você, seus filhos e netos, tire algum tempo livre para rever as evidências, começando com os artigos relacionados listados (em LINKS, abaixo).
(...) A investigação detalhada da verdade perturbadora acerca dos alimentos geneticamente modificados denunciada no documentário de Marie-Monique Robin faz dele um dos melhores documentários que eu já vi e vai ajudá-lo a compreender como e porquê a engenharia genética desencadeada hoje é uma ameaça real para TODAS as futuras gerações.”

LINKS:
GM food disaster - http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2005/07/30/monsanto-report.aspx
Seeds of Doubt - http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2004/07/03/seeds-doubt.aspx
the video The Future of Food - http://www.mercola.com/future-of-food/index.htm
how ubiquitous GM foods are in the food chain - http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2005/04/06/gm-foods-part-eight.aspx
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Como evitar alimentos transgênicos? (por Dr. Marcola)
Muitos de vocês, provavelmente, não compreendem como os transgênicos participam hoje da cadeia alimentar.
O fato é que os alimentos geneticamente modificados são tão predominantes nos EUA que, em uma escolha aleatória de um produto no supermercado, você tem uma possibilidade de 75% de escolher um alimento com ingredientes transgênicos. Isto é, 7 em cada 10 produtos foram modificados geneticamente.
(...)
Sugiro quatro etapas simples para diminuir, o tanto quanto possível, seu consumo de alimentos modificados:

• Reduzir ou eliminar alimentos processados em sua dieta. O fato de que 75% dos alimentos processados conter ingredientes transgênicos já é suficiente para sabotar qualquer dieta saudável.
• Ler os rótulos dos produtos e dos alimentos. Os feijões de soja e o milho convencional têm uma parcela maior de colheitas geneticamente modificadas. Os ingredientes feitos destes alimentos incluem o xarope de milho da fructose elevada (HFCS), farinha e flocos de milho, dextrina, amido, molho de soja, margarina, e tofu, por exemplo.
• Comprar produtos orgânicos. Por definição, o alimento que tem certificação orgânica deve estar livre de todos os organismos modificados, ser cultivado sem inseticidas e fertilizantes artificiais; os de origem animal não devem sofrer o uso corrente dos antibióticos, dos promotores de crescimento ou outras drogas.
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Artigos relacionados: (site do Dr. Mercola)

A empresa farmacêutica possui Monsanto e seu assassino de sementes é quem financia colheitas de GMO -

Como a Monsanto manipula o sistema para envenenar sua saúde

Os genes Geneticamente modificados dos alimentos contaminam seres humanos

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NOTAS DA TRADUÇÃO

1. A Wikipedia dá melhor informação sobre a história da Monsanto:

“A Monsanto é uma indústria multinacional de agricultura e biotecnologia. É a líder mundial na produção do herbicida glifosato, vendido sob a marca Roundup. Também é, de longe, o produtor líder de sementes geneticamente modificadas (os transgênicos), respondendo por 70% a 100% do market share para variadas culturas. A Agracetus, empresa do grupo Monsanto, produz toda a soja geneticamente modificada para o mercado comercial, sob a marca Roundup Ready. A empresa tem mais de 15 mil empregados no mundo, e uma receita anual de US$ 5,4 bilhões de dólares, reportados em Agosto de 2004. No Brasil, sua sede está instalada na cidade de São Paulo, e compreende também a indústria de sementes Agroceres. Seus produtos, e suas agressivas práticas legais e de lobby [1] têm feito a Monsanto ser um alvo primário do movimento antiglobalização, e de ativistas ambientais. Embora outras empresas químicas e de biotecnologia também sofram críticas similares, a Monsanto é de longe a mais vilificada por organizações como o Greenpeace. A Monsanto foi fundada em St. Louis, Missouri, Estados Unidos em 1901. Seu fundador, John Francis Queeny, era um funcionário veterano da indústria farmacêutica, e fundou a companhia com capital próprio. Deu à companhia o nome de solteira de sua esposa. Logo nos seus primeiros anos, a Monsanto inventou o adoçante artifical sacarina (prohibido no Canada desde 1977), que vendeu para a Coca-Cola. Também introduziu a cafeína na Coca-Cola, tornando-se um de seus principais fornecedores. Na década de 1920, a Monsanto expandiu seus negócios para a química industrial, como ácido sulfúrico. Na década de 1940, já era líder na fabricação de plásticos, incluindo poliestireno e fibras sintéticas. Desde então, consolidou-se como uma das 10 maiores companhias químicas estadunidenses.
Outros produtos já fabricados por ela incluem o agente laranja, aspartame (NutraSweet), somatotropina bovina (hormônio de crescimento bovino), o produto químico PCB (conhecida no Brasil como Ascarel) uma substância estremamente tóxica, que foi prohibida 1971 os EUA e 1981 no Brasil - entre outros."

2. CDC to Launch Study on Unexplained Illness
FOR IMMEDIATE RELEASE: January 15, 2008 /Contact: CDC Division of Media Relations
LISTEN-ONLY AUDIO WEBCAST: This briefing will also be audio webcast. To listen LIVE online, please visit http://www.videonewswire.com/event.asp?id=45169
TRANSCRIPT: A transcript of this teleconference will be available following the briefing at the CDC web site at http://www.cdc.gov/od/oc/media
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Tags: Monsanto, mutações, pesquisas, transgênicos

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Comentário de Eduardo Sejanes Cezimbra em 17 setembro 2013 às 10:16

Dhan, pelo visto a campanha mundial descobriu essa postagem, porque se tornou um viral nas redes sociais! Parabéns, gratidão!

Comentário de Dhan em 16 setembro 2013 às 22:08

Valeu, Edu, reforçar esta batalha com mais esse vídeo. Agora temos  nas redes uma campanha mundial contra esta empresa despudorada! (ou, como diz minha netinha, "cruela"!)

Comentário de Eduardo Sejanes Cezimbra em 16 setembro 2013 às 20:59

O Mundo Segundo A Monsanto (Dublado Portugues Brasil)

Comentário de Hélcio Totino em 27 setembro 2010 às 16:38
É incrível que, diante destas graves denúncias e de outras informações disponíveis na internet, igualmente sob suspeita de causa por cultivo de transgênicos,
Cito a síndrome do “Colapso das Colméias”, que assola mais destacadamente os EE.UU., Inglaterra e Alemanha.
Incrível como governos e autoridades de países naturalmente com vocação para serem reservas biológicas e alimentares do Planeta, como o é o Brasil, venham concedendo licenciamentos irresponsáveis para o cultivo e uso de transgênicos na cadeia alimentar.
A CTBio libera e autoriza a introdução de transgênicos no país sem a pesquisa e comprovação antecipada de inocuidade ao meio ambiente, à diversidade biológica e à saúde dos consumidores.
É assustador o comentário de Dhan, de 08.09.10, abaixo, sobre o que está para acontecer com o arroz (o cereal de uso mais difuso da terra) e, acreditem, com o nosso feijão nosso de cada dia.
Deveria ser inacreditável, mas não é.
Tenho certeza e receio da enormidade do "troco" que a humanidade vai receber da mãe natureza!
À semelhança das causas das alterações climáticas, essa ingerência terá um pesada conta a pagar.
Que Deus se apiede de nossos descendentes.
Comentário de Dhan em 8 setembro 2010 às 23:07
Para os que não estão a par:
ARROZ TRANSGÊNICO

Entenda o que está em jogo




Dentro de poucos dias o Brasil pode se tornar a cobaia do mundo, ao permitir o plantio e o consumo de arroz transgênico não aprovado em nenhum país..



O pedido da empresa alemã Bayer está praticamente pronto para ser votado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio. Trata-se do Arroz Liberty Link LL 601, resistente ao herbicida glufosinato de amônio (processo 01200.003386/200379).



Neste caso, até os produtores e a Embrapa Arroz e Feijão estão contra. Parece que só a CTNBio está do lado da Bayer. Como vai se posicionar o governo LULA?



Ação de Cyberativinsmo!


Copie este mail para os representates do CNTBio e o Conselho:

ctnbio@mct.gov.br,secretariactnbio@mct.gov.br,acarvalho@mct.gov.br,lpereira@mct.gov.br,gutemberg.sousa@mct.gov.br,lbraga@mct.gov.br,

ocardoso@mct.gov.br


Prezado conselheiro do CNTBio:


Pedimos que o senhor Vote Não para a a liberação do Arroz Transgênico! As razões são muitas e estão descritas abaixo.


Não queremos este Arroz no nosso prato! Não somos cobaias!Nem tudo que é Bayer é bom!


Assinado Povo Brasileiro.




Arroz com herbicida – riscos para a saúde

A modificação genética torna o arroz resistente ao herbicida de princípio ativo glufosinato de amônio e nome comercial Basta ou Finale (ambos da Bayer). Ou seja, não há nenhum benefício para o consumidor. Pelo contrário. Com a resistência ao agrotóxico, a pulverização se dará sobre toda a lavoura, inclusive sobre o próprio arroz, que não morrerá, mas absorverá o veneno, que irá também para os grãos.



O glufosinato é considerado tóxico para mamíferos e por este motivo será proibido na União Europeia a partir de 2017 por determinação do Parlamento Europeu [1]. Pesquisadores japoneses mostraram que a substância pode dificultar o desenvolvimento e a atividade do cérebro humano, provocando convulsões em roedores e humanos [2].



A Bayer é a empresa que mais vende agrotóxicos no Brasil e sua aposta no arroz transgênico visa ampliar ainda mais esse mercado. A venda casada com o glufosinato reforça a posição do Brasil como principal destino de produtos tóxicos não mais aceitos em outros países [3].



Problemas agronômicos – a posição da Embrapa

Em audiência pública, o pesquisador Flávio Breseghello, da Embrapa Arroz e Feijão, apresentou a posição oficial “autorizada pela presidência”, frisando que a empresa não é contra os transgênicos e nem contra a modificação genética do arroz, mas que neste caso o produto da Bayer “agravará os problemas já existentes”. “Não devemos usar tecnologias que terão validade de poucas safras”, disse Breseghello.



O principal entrave técnico enfrentado pelos produtores de arroz é o controle do arroz vermelho, espécie ancestral do arroz comercial, que compete com a cultura. A preocupação é a constatação de que a planta transgênica inevitavelmente cruzará com sua parente vermelha, dando origem a arroz vermelho transgênico resistente a herbicida. O arroz vermelho pode germinar após mais de anos de dormência no solo. Segundo Breseguello, “a contaminação é irreversível” [4].



Problemas econômicos – a posição dos produtores

Na mesma audiência pública, os representantes dos produtores de arroz também manifestaram sua preocupação. Receiam perder mercado interno e externo caso a variedade seja liberada. “Considerando que não existe consumo corrente nem mercado global para o arroz transgênico, concluímos que a entidade não é favorável nesse momento à liberação”, disse Renato Caiaffo Rocha, em nome dos produtores reunidos na Farsul e na Federarroz e do Instituto Rio Grandense do Arroz – IRGA.



Contaminação inevitável

Mais de 7 mil produtores de arroz processam a Bayer nos Estados Unidos por prejuízos sofridos pela contaminação de suas colheitas pelo arroz Liberty Link. A Justiça estadunidense já determinou o pagamento de mais de 50 milhões de dólares como indenização por danos materiais. A Justiça do estado de Arkansas determinou também indenização por danos morais por entender que houve má fé por parte da empresa [5].



Entre 1999 e 2001 a empresa realizou nos Estados Unidos testes de campo com o arroz modificado, mas não chegou a propor sua liberação comercial. A contaminação só foi descoberta cinco anos após a conclusão dos experimentos, quando o mercado europeu suspendeu as importações do produto. O Japão seguiu o mesmo caminho. Na ocasião, a empresa eximiu-se de qualquer responsabilidade pelo ocorrido, alegando tratarse de “circunstâncias inevitáveis, ato de Deus e negligência dos agricultores” [6].



Recentemente, um representante da Bayer no Brasil afirmou que o problema não está na contaminação, mas sim no fato de ela não estar prevista e regulamentada pelas leis de biossegurança. Para André Abreu, enquanto permanecer um regime de intolerância (sic) em relação à contaminação, problemas como esse continuarão acontecendo [7].



Falta transparência

Muitos questionamentos foram apresentados por pesquisadores, produtores e representantes da sociedade civil na audiência pública realizada em março de 2009, mas até hoje nenhum deles foi respondido. Não se sabe, por exemplo, o que a empresa pretende fazer para evitar a contaminação do arroz comum nem qual o nível previsto de resíduo de agrotóxico no grão. A CTNBio nega acesso aos dados apresentados pela empresa. Essa falta de transparência é prejudicial à participação da sociedade, à biossegurança e à saúde pública.



Falta isenção – a avaliação pela CTNBio

Até hoje a CTNBio aprovou todos os pedidos a ela submetidos. Nunca recusou nenhum. Suas decisões ocorrem por maioria simples, isto é, 14 de 27 votos.. Cabe destacar que é grande a controvérsia técnica dentro da própria Comissão. O melhor exemplo está no fato de que até hoje todas as aprovações tiveram votos contrários fundamentados dos ministérios da Saúde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário. Anvisa e Ibama apresentaram formalmente recursos técnicos contra as liberações dos milhos LL da Bayer, MON810 da Monsanto e Bt 11 da Syngenta, mas o governo Lula delegou à CTNBio a decisão. Pior para todos nós que teremos produtos contendo esses milhos transgênicos, apesar da discordância da ANVISA e do IBAMA.



A falta de imparcialidade começa pelo próprio presidente da Comissão, que ao assumir o cargo no início deste ano já se declarou favorável à liberação do arroz transgênico [8], contra a rotulagem dos produtos [9] e a favor da exclusão do monitoramento dos impactos à saúde dos transgênicos. Antes de ser presidente, para defender a soja transgênica da Monsanto, Edílson Paiva, falando do glifosato usado na soja da Monsanto, chegou a dizer que os “humanos poderiam até beber e não morrer porque não temos a via metabólica das plantas” [10].



Alterações genéticas imprevistas

O método de transformação utilizado para o arroz Liberty Link foi o da aceleração de partículas (biolística). A biolística é um método de transferência direta que consiste em projetar transgenes dentro das células alvo através de partículas de ouro ou tungstênio cobertos com moléculas de DNA recombinante (transgenes) aceleradas por um sistema de propulsão por hélio. Neste método, há total descontrole do local da inserção dos transgenes nas células e genoma vegetal. O transgene pode tanto ser inserido no genoma nuclear quanto no DNA de organelas. Além disso, o número de transgenes também não é controlado. Várias partículas podem integrar-se no genoma e em diferentes lugares. Finalmente, a integridade do transgene (sua sequência genética) também pode não ser mantida, ou seja, o transgene pode integrarse no genoma de forma truncada, com deleções ou ainda com inserções de fragmentos de DNA da própria célula entre os transgenes.



No caso do arroz LL, nenhum estudo cientificamente robusto foi apresentado pela proponente a fim de confirmar o que foi inserido. Isto significa que sequer temos a certeza do que foi inserido, muito menos das conseqüências.



Durante a audiência pública, um participante mencionou a possibilidade de ter ocorrido deleção de um nucleotídio (Adenina) no local de regulação da expressão da proteína que confere a tolerância ao herbicida glufosinato de amônio. Posteriormente à audiência, a empresa admitiu a deleção, afirmando haver a alteração de um aminoácido na proteína. Essa alteração significa que a proteína produzida pelo arroz difere daquela produzida naturalmente pela bactéria Streptomyces, doadora do gene. No entanto, nenhum estudo foi apresentado a fim de investigar possíveis efeitos adversos na saúde humana e meio ambiente resultantes dessa alteração não intencional.



Ou seja, além da incerteza do que foi realmente inserido, ignora-se uma alteração genética detectada, mas não esperada. A proteína não perdeu a sua função de conferir a tolerância ao herbicida, mas pode gerar riscos não analisados.



A decisão está nas mãos do governo Lula

A Lei de Biossegurança (Lei 11.105/05) criou uma instância acima da CTNBio, o Conselho Nacional de Biossegurança, formado por 11 ministros e presidido pela Ministra Dilma Rousseff. O CNBS tem o poder de dar a última palavra em relação a uma liberação comercial de transgênico no país. Até o momento, a atuação do CNBS foi lamentável: deu razão à CTNBio e autorizou a liberação dos três milhos transgênicos que a ANVISA e o IBAMA recomendaram que não fossem autorizados.



A liberação do arroz LL tem também implicações econômicas bem graves, estando as principais entidades representativas dos produtores contra (Farsul, Federarroz e Instituto Rio Grandense do Arroz – IRGA). Como vai se posicionar o governo Lula: a favor da Bayer ou do Brasil?



Assinam este documento:

AAO Associação de Agricultura Orgânica, ABRANDH – Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos, ACAN Associação Catarinense de Nutrição, AEPAC Associação Estadual dos Pequenos Agricultores Catarinenses, ANA Articulação Nacional de Agroecologia, ANAC – Associação Nacional de Agricultura Camponesa, ANPA Associação Nacional dos Pequenos Agricultores, APATO Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins, APPA Associação Paranaense de Pequenos Agricultores, ARPA Associação Riograndense de Pequenos Agricultores, AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, Cooperfumos Cooperativa Mista de Fumicultores do Brasil Ltda., CONESANGO Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Goiás, CONSEASC Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Santa Catarina, CPCPR Cooperativa Mista de Produção e Comercialização Camponesa do Paraná Ltda., CPCRS Cooperativa Mista de Comercialização Camponesa do Rio Grande do Sul Ltda., FASE Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional, FBSSAN Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, FEAB Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil, FESANSMS Fórum Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Mato Grosso do Sul, FNECDC Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor, FOSANES Fórum de Segurança Alimentar e Nutricional do Espírito Santo, IDEC Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Instituto Cultural Padre Josimo, MAB Movimento dos Atingidos por Barragens, MMC Movimento de Mulheres Camponesas, MPA Movimento dos Pequenos Agricultores, MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, PJR Pastoral da Juventude Rural, RECIDGO Rede de Educação Cidadã de Goiás, Terra de Direitos, Via Campesina.



Notas:



[1] EU Environment Ministers Keep Bans on Transgenic Maize. Environment News Service (ENS). http:// www.ensnewswire. com/ens/mar2009/2009030201. asp



[2] Nobuko Matsumura, Chizuko Takeuchi, Keiichi Hishikawa,Tomoko Fujii, Toshio Nakaki. Glufosinate ammonium induces convulsion through N-methyl-d-aspartate receptors in mice. Neuroscience Letters 304 (2001) 123125.



[3] Brasil é o principal destino de agrotóxico banido no exterior. O Estado de São Paulo, 30 de maio de 2010.



[4] A transcrição da audiência pública realizada em 18 de março de 2009 está disponível na página eletrônica da CTNBio, no endereçohttp://www.ctnbio.gov.br/index.php/content/view/13289.html



[5] Bayer ordered to pay farmer $1 million is tab for modified rice. Arkansas DemocratGazette, 10/03/2010.http://www.allbusiness.com/legal/tortsdamages/ 140796811. html ; Bayer to pay $1.5 mln in 2nd lawsuit over GM rice, Reuters, 05 de fevereiro de 2010. http://www.reuters.com/article/idUSLDE61421W20100205 e GM rice litigation: defense. Delta Farm Press, 04 de maio de 2010.http://deltafarmpress.com/rice/gmricelitigationdefense0504/



[6] Firm Blames Farmers, 'Act of God' for Rice Contamination. Washington Post, 22 de novembro de 2006.http://www.washingtonpost.com/wpdyn/ content/article/2006/11/21/AR2006112101265.html



[7] Mesa redonda sobre arroz transgênico. CTNBio, 19 de maio de 2010, Brasília.



[8] Novo presidente da CTNBio defende arroz transgênico. O Estado de São Paulo, 11 de fevereiro de 2010.http://www.estadao.com.br/noticias/geral,novopresidentedactnbiodefe..., 509722,0.htm



[9] Novo presidente da CTNBio se diz contra rotular transgênico. Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2010.http://www1.folha.uol.com..br/folha/ciencia/ult306u692636.shtml



[10] Avanço da soja transgênica amplia uso de glifosato. Valor Econômico, 24 de abril de 2007.


Fonte:
AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia
http://www.aspta.org.br/
Comentário de Rosa Groisman em 8 setembro 2010 às 16:34
Coloquei de novo no facebook e no orkut, uns videos sobre a Monsanto, que peguei do you tube. Têm vários e recomendo para ver o tamanho do prejuizo...!
Comentário de Dhan em 8 setembro 2010 às 12:25
Em resumo, amigos, é FUNDAMENTAL que fiquemos de olho em algumas decisões que passam pelo orgãos responsáveis (Comissão de BioTecnologia e ANVISA) e tbm pelo Congresso, acerca da tentativa da Bayer de trazer o arroz transgênico pro Brasil e, PRINCIPALMENTE, sobre rotulagem dos produtos geneticamente modificados... não é de interesse deles que o consumidor saiba o que consome. Devemos saber o que compramos e quanto pagamos de impostos que se transformam em salários para aqueles que tomam decisões por nós... Quem sabe, ESCOLHE!
ab's
Comentário de Dhan em 8 setembro 2010 às 12:20


Blood on our Farms: Is Monsanto Responsible for 1 Suicide Every 30 Minutes?
Posted By Dr. Mercola | September 03 2010 | 154,915 views //Share6126

India Monsanto farmer in a fieldIndia is in the midst of a flood of suicides among farmers. A new feature film written and directed by Anusha Rizwi and produced by Bollywood megastar Aamir Khan, called Peepli Live, takes a look at this grim topic.

The vast majority of people in India still farm for a living, but are caught between deep debt and the erratic nature of seasonal change.

Indian farmers are pressured into mortgaging their farms to purchase genetically modified seeds, pesticides, and fertilizer from American companies like Monsanto.

According to AlterNet:

“Since GM seeds are patented by Monsanto, their repeated use each year requires constant licensing fees that keep farmers impoverished. One bad yield due to drought or other reasons, plunges farmers so deep into debt that they resort to suicide. One study estimates that 150,000 farmers have killed themselves in the past ten years.”

Meanwhile, in the U.S., District Judge Jeffrey White, a federal judge in California, has banned the planting of genetically modified Roundup Ready sugar beets created by Monsanto. The beets are engineered to withstand Monsanto’s Roundup weed killer.

White said he was “troubled by maintaining the status quo that consists of 95 percent of sugar beets being genetically engineered while [the USDA] conducts the environmental review that should have occurred before the sugar beets were deregulated.”

The ban does not affect crops already planted and harvested for sugar.

The St. Louis Business Journal reports:

“Environmental groups ... filed suit in the U.S. District Court for the Northern District of California in January 2008 to challenge the deregulation of Roundup Ready sugar beets by the USDA ... Opponents say the beets promote superweeds, weeds that cannot easily be killed because they have developed a tolerance to weed killer. They also raise concerns about the contamination of conventional and organic crops.”

Sources:
AlterNet August 16, 2010
St. Louis Business Journal August 16, 2010
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Dr. Mercola's Comments:

I believe genetically modified plants and foods are one of the most significant threats against humanity and life on this planet, for a number of reasons.

Biotechnology has changed the face of farming as we know it, and with each passing year, we move further away from the ancient farming practice of saving the best seeds for replanting the following season – a method that is both inexpensive and proven successful for optimal crop quality.

Now, the increased use of genetically modified seeds that must be purchased anew each year are starting to take its toll. A mere 15 years into commercial GM seed use, we’re now seeing GM crops contaminating conventional and organic crops; different GM varieties combining with each other in the wild, creating unintended GM hybrids; and farmers driven to desperate acts due to financial devastation.

Genetic Engineering May Sterilize Nature. Then What?

Consider this: Monsanto’s “suicide gene” has not only been inserted into certain food crops, rendering them sterile in order to force farmers to buy new seeds. This technology is now spreading to other industries, such as forestry.

Scientific American reported on this in January. Two paper industry giants are planning to replace the native pine in the forests of southwestern US with genetically engineered, sterile, eucalyptus. By making the trees unable to reproduce naturally, they propose there’s no need to worry about the GM eucalyptus turning into an invasive species…

Really?

Earlier this week I wrote about two GM varieties of canola spreading into the wild, and cross-breeding with each other, creating a third hybrid that is resistant to not one but two herbicides. Science has already discovered that the genome is more “intelligent” than previously thought, and by planting non-native trees that have been gene spliced to reduce proliferation does NOT make me rest easy.

On the contrary. I believe there are plenty of indications that the introduction of sterile plants of various kinds may allow this genetic ability to “turn off” reproductive capability to spread into other parts of nature, in ways that none of us can predict.

For an eye opening look at the genetic engineering now overtaking the forestry industry, I highly recommend watching the documentary film “A Silent Forest,” available in full on MEFEEDiA.com.

How are GM Crops Provoking Farmers to Commit Suicide?

According to the National Crime Records Bureau of India, more than 182,900 Indian farmers took their own lives between 1997 and 2007. It estimates 46 Indian farmers commit suicide every day. That equates to roughly one suicide every 30 minutes!

Some will argue that natural events are to blame, such as lack of rain, but crop failures have occurred before, and it didn’t push thousands of farmers to end their lives by drinking pesticide.

No, the increased desperation can be traced directly back to the use of patented, and therefore expensive, seeds, and the unconscionable tactics of Monsanto.

Monsanto has been ruthless in their drive to use India as a testing ground for genetically modified crops. Over the past decade, millions of Indian farmers have been promised radically increased harvests and income if they switch from their traditional age tested farming methods to genetically modified (GM) Bt cotton seeds.

So, they borrow money to buy GM seeds, which need certain pesticides that were previously unnecessary, which requires even more money. When rain fall is sparse, the GM crops actually fare far worse than traditional crops – a fact that these farmers oftentimes don’t learn until it’s too late and they’re standing there with failed crops, spiraling debts, and no income.

And by next season, they have to do it all over again because the GM seeds cannot be saved and replanted. They must be purchased again.

In addition, GM crops have spawned:

* Bt resistant pests
* New pests
* Superweeds

For example, the evolution of Bt resistant bollworms worldwide have now been confirmed and documented, and what used to be minor pests are now becoming major problems – such as mirid bugs, which have increased 12-fold since 1997 in China, and can be directly linked to the scale of China’s Bt cotton cultivation.

In addition, the promise that GM crops would reduce pesticide/herbicide use has turned out to be entirely false.

The use of Roundup herbicide has increased dramatically since the GM Roundup Ready crops were introduced. In the first 13 years, American farmers sprayed an additional 383 million pounds of herbicide due to these herbicide-tolerant crops. And now the repeated exposures have given Mother Nature all she needs to stage her comeback in the form of devastating superweeds.

Since 1996, when GM crops were first introduced, at least nine species of U.S. weeds have developed resistance to glyphosate, the active ingredient in Roundup herbicide, which means farmers must use additional herbicides, some of them even more toxic than Roundup.

In the end, we’re left with all of the downsides and none of the intended benefits.


Bollywood Brings Indian Farmers’ Plight to the Big Screen

AlterNet.com reports on a new Indian film called Peepli Live that grapples with this topic:

“The story is set in an Indian village named Peepli where one young debt-burdened farmer named Natha is talked into taking his own life after he learns that his family will be financially compensated through a government program created to alleviate the loss of farmers taking their own lives.”

The film features Bollywood megastar Aamir Khan. An interview with him about the film and the plight of Indian farmers can be found here.

Hopefully this film is successful in raising awareness about the destructive power of this technology.

US Judge Halts Deregulation of Roundup Ready Sugar Beets – For Now…

Meanwhile, the US has been granted a temporary reprieve from yet another GM food.

The U.S. District Judge Jeffrey White, a federal judge in California, recently banned the planting of Monsanto’s GM Roundup-resistant sugar beets. The ruling, which can be read here, does not affect any crop that has already been planted or harvested, however, so GM sugar will still reach the market place.

The GM sugar beet is called Genuity, and was introduced during the 2008-2009 season.

Although considered a victory, the judge’s ruling did not grant plaintiffs’ motion for a permanent injunction against GM sugar beet plantings.

The St Louis Business Journal recently reported:

“White ruled in September 2009 that the USDA will have to complete an Environmental Impact Statement for the sugar beets. The USDA has estimated that an EIS may be ready by 2012.

Monsanto has said in court papers that revoking regulators' approval of sugar beets would cost the biotech giant and its customers approximately $2 billion in 2011 and 2012.”

Roundup Residue Causes Cell Damage

The increasing use of Roundup on crops engineered to survive being doused in the herbicide has its own set of health consequences.

Residues of Monsanto’s Roundup herbicide found in GM food and feed has been linked to cell damage and even death, even at very low levels. Researchers have also found it causes membrane and DNA damage, and inhibits cell respiration.

So not only are you exposed to foods that contain built-in toxins, you’re also consuming larger amounts of toxic residues on the food, for the simple fact that more is now being used.

Pesticide and herbicide residues are very difficult to remove from grains, fruits and vegetables. Even meticulous washing cannot get rid of it all.

What Can You Do to Affect Change?

Did you know that genetically modified foods are so prevalent in the US that if you randomly pick an item off your grocery store's shelves, you have a 75 percent chance of picking a food with GM ingredients?

It’s true. At least seven out of every 10 food items have been genetically modified, and there’s more to come.

The potential health ramifications of these world-wide experiments with our food supply are frightening to say the least. If you care about the health and future of your family, I strongly urge you to refuse to participate in this destructive trend.

How?

It’s actually simpler than you might think... By buying only non-GM foods.

Must-Have Guide to NON-GMO Foods

The True Food Shopping Guide is a great tool for helping you determine which brands and products contain GM ingredients. It lists 20 different food categories that include everything from baby food to chocolate.

Additionally, here are four simple steps to decrease your consumption of GM foods as much as possible:

* Reduce or eliminate processed foods in your diet. The fact that 75 percent of processed foods contain GM ingredients is only one of the many reasons to stick to a whole foods diet.
* Read produce and food labels. Conventionally raised soybeans and corn make up the largest portion of genetically modified crops. Ingredients made from these foods include high fructose corn syrup (HFCS), corn flour and meal, dextrin, starch, soy sauce, margarine, and tofu.
* Buy organic produce. By definition, food that is certified organic must be free from all GM organisms, produced without artificial pesticides and fertilizers and from an animal reared without the routine use of antibiotics, growth promoters or other drugs. Additionally, grass-fed beef will not have been fed GM corn feed.


Related Links:
1. Chickens Not Fooled by GM Crops
2. Monsanto's Many Attempts to Destroy All Seeds but Their Own
3. Why are Monsanto Insiders Now Appointed to Protect Your Food Safety?
Comentário de Dhan em 8 setembro 2010 às 12:11
Namasté. Hélcio. Não tenho tido muito tempo para me dedicar à rede mas gostei bastante de suas colocaçòes que passam por minhas preocupaçòes tbm. Vou postar a seguir um último alerta publicado pelo norte-americano Dr. Mercola acompanhado de comentários do próprio, fontes e links afins. Desculpem-me a falta de oportunidade para a tradução adequada, mas o google translator pode ajudar aos que precisarem. Gde abraço, Dhan
Comentário de Hélcio Totino em 6 setembro 2010 às 12:57
Caros amigos.
Somente agora e me aprofundando na familiarização com toda a dimensão do acervo aqui acumulado, me deparei com essa exposição e coerente advertência sobre os riscos da disseminação dos transgenicos usados na produção de alimentos para o ser humano e os animais de interesse deste, especialmente os destinados ao abate e consumo.
A revelação é assustadora pois confirma nossa preocupação adotada por intuição, sim, mas pelo simples raciocínio de que os geradores dessa nova técnica não comprovaram serem os transgenicos isentos da produção de efeitos danosos à saúde e também à diversidade ambiental para obterem suas licenças ou patentes.
Nem o poderão, com absoluta lógica e razão, já que as "mutações" potenciais podem restar recessivas por centenas, milhares ou milhões de anos, pois a natureza não tem pressa e levou bilhões de anos para chegar à seleção natural das espécies hoje existentes.
Quanto de tempo será efetivamente necessário para comprovar a inocuidade?
Prosseguindo com a liberalidade de pesquisas sem ética e sem preocupações que não sejam as do enriquecimento imediato, os líderes da humanidade (onde estão eles?) estão, ao aprovarem a adoção dos riscos, vendendo o futuro de toda a humanidade e do próprio planeta.
Quando os "efeitos negativos" do transgenico vierem a se apresentar, já não estarão identificáveis os agentes responsáveis e iniciais do processo e será difícil atribuir responsabilidades civis e sociais aos "criminosos tecnológicos".
Pode vir a demorar décadas, séculos, milênios, mas o processo de degradação total estará deflagrado e irreversivelmente disseminado.
Estamos saindo da degradação linear para novo nível de escala de progressão geométrica incontrolável.
Já se suspeita que são os transgenicos os responsáveis pela extinção das abelhas sob o fenômeno denominado de "colapso das colméias", com justa conexão com o trabalho delas com a coleta e processamento de pólen das plantações de transgenicos. (Pesquisem isto!)
Que a Sabedoria Suprema tenha criado um gatilho de segurança para disparar na mente coletiva a adoção do "Basta!" e que a própria natureza tenha em si os antígenos contra os transgênicos, de um modo ou de outro, assim como se revelou a planta sagrada dos Incas, o Amaranto, como não sujeito à ação do herbicida fatal da Monsanto e está invadindo algumas plantações de soja sem poder ser extirpado senão por trabalho braçal, inviável na tecnologia dominante no cultivo extensivo da soja.
Entendo ser objeto de segurança planetária a proibição dos transgenicos.
Retomemos o assunto e que o levemos ao CMCP - Conselho Mundial de Cidadania Planetária.
Inspirando-nos na tradição inglesa, sugerimos o SLOGAN -> "GOD SAVE THE EARTH", mas não deixemos apenas por conta Dele, sejamos seus colaboradores nessa sagrada missão.
NAMASTÉ!

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