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Bem Vindos! Este é um sub-grupo Retrans aberto a discussões sobre a arte de curar através das Essências Florais e suas relações com outros tratamentos: casos, referências, insights, dúvidas, trocas.

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Dhan Comentário de Dhan em 14 junho 2008 às 14:35
Cao, vamos continuar o papo sobre a Rosa, mas tbm respeitando aqui a privacidade dela, bem lembrado. Não o vi como autoritário, mas me preocupei em dispersar o foco na polarização que, muitas vezes, nos prendem a posições e impedem de vermos a coisa de forma mais ampla. Relendo a sua colocação inicial, percebo que me envolvi com o adjetivo "teimosia", e agora , com mais informações, vejo que é coisa de outra natureza. Talvez teimosia passe uma coisa de confronto de posição, na qual se mantém pra não dar o braço a torcer, por exemplo; já a "inflexibilidade" que vc tbm cita, pode ter mais a ver com compromissos internos exagerados, auto-cobrança tbm, muito a ver com a natureza da mente, por isso o Rock Water, como veículo, estar presente na feitura de todas as essências.
Se quiser, vamos aprofundando isso em pvt, por gentileza à Rosa, ok?!

OM
Cao Guimaraes Comentário de Cao Guimaraes em 10 junho 2008 às 21:47
Om, Dhan,
Obrigado pelas dicas, embora deva dizer aqui que meu relacionamento com a Rosa é ótimo, não sou uma pessoa autoritária. Ela é que sofre com a própria teimosia, que tento convencê-la a transformar em persistência...
Gostei da tuas sugestões, vou tentar usar a receita que me dás, só que não faço a menor idéia de onde começar, onde encontrar estes florais ou como preparar uma mistura. Desculpe a ignorância. Talvez fosse o caso de postar um manual básico aqui neste tópico.
O mesmo para o Laerte, obrigado pelas dicas, mas esses florais tem na farmácia de manipulação?
Obrigado, obrigado, obrigado,
Cao
Dhan Comentário de Dhan em 10 junho 2008 às 0:06
xi, o suporte do teclado quebrou! kkk, parei no meio. Laerte, depois continuo, tá impossível escrever.
bjs
Dhan Comentário de Dhan em 10 junho 2008 às 0:05
AMIGOS, perdoem-me o vácuo, estava cuidando do worskhop do Ikeda e acabei dando um tempo geral.
Grata.
Priscilla, que ótimo! Por favor, fale de suas flores!
CAO: que linda, que poderosa a sua Rosa! Estás preparado? rs...Os espinhos chegam antes das pétalas. Acho que uma mudança na sua maneira de ve-la tbm pode ser uma boa tentativa: talvez ela não possa ser flexível agora, algumas árvores frondosas têm sementes muito frágeis; Rosa talvez esteja a construir sua auto-confiança e individualidade pois sua força é muito grande - e só pode testar isso com quem ela confia, vc. Se minha percepção estiver correta, seria legal conduzi-la ao hábito de auto-questionamento, dando-lhe o máximo de liberdade cuidada mas que ela fique certa que vai arcar com os resultados. A chance de manter um espaço para que tudo seja falado abertamente é preciosa - nesse mundo louco de hj é até uma questão de segurança pros nossos filhos. A situação de obediência x teimosia é improdutiva e qdo estamos no meio dela é fácil perdemos a perspectiva, sei na pele, kkk.
Pensando assim, me vêm as seguintes flores:
Para Rosa:
(2 gotas de cada em vidro de 30 ml c/ 10% brandy, tomando 4 g 4 x ao dia)
Sage - sabedoria própria
Sagebrush - maturidade emocional
Saguaro - dificuldades com autoridade
Goldenrod - exposição do verdadeiro eu diante de pressões
Sunflower - despertar equilibrado do ego
Walnut - individuação
Angélica - para proteção nas buscas e experiências

Outros fatores, Cao, tbm podem ser observados: os hormônios, caso vc esteja percebendo a pré-puberdade atuando nisso - resistência à idéia da sexualidade, do desenvolvimento do corpo (Fairy Lantern e/ou Calla Lilly); ou alguma situaçao de pressão: provas, desafios (Penstemon); vacilos na auto-confiança (Larch), por exemplo.

Outra receitinha, pra botar no filtro da casa... rs:
Quince - ajuda a contrabalançar as desarmonias entre autoridade e autoritarismo (bom para pais e filhos)
Beech - para ajudar no clima geral de confiança e tolerância
Lantana - cooperação e paz na comunidade!
Espero ter chegado perto do gol!
Se não, vá me corrigindo - vou indicando com a maior alegria.
OM, bjs
Dhan



Laerte, legal vc ter falado dessas 3 flores e que pertencem ao mesmo grupo - não deve ter sido por acaso que logo depois de ter lançado esse grupo eu ter tido uns insights sobre as essências para
Dhan Comentário de Dhan em 9 junho 2008 às 22:58
Gostaria de aprender mais sobre a relação entre menopausa e crises existenciais - afinal tudo ocorre na "meia-idade", qdo questionamos o que fomos, o que fizemos e o que queremos ser e fazer doravante. Engraçado, mas me peguei comendo a maior mosca e em causa própria! Sempre que cuidei do climatério - de clientes e do meu mesmo - pensava em flores da Austrália, como a She Oak, ou no Walnut, do sistema Bach, para adaptação a uma nova condição, por exemplo. Mas foi numa conversa durante o café da manhã com Ikeda que me veio a surpresa e por caminhos inesperados. Ikeda contava que trouxe umas sementes de romã da Pérsia e eu corri pra dar uma re-lida no Pommegranate do sistema californiano.

Tinha fixado em minha mente, e em experiência anteriores, que o floral da romã era excelente para mulheres em conflito entre carreira, família - aquela situação na qual a maioria de nós se vê nesse mundinho moderno: somos esposas, amantes, profissionais, mães, bruxas... e como dar conta de tudo isso? Mas na releitura encontrei uma pérola: é também uma essência para os conflitos da meia-idade. E para ambos os sexos, fui sacando. Sabem, aquela "curva", qdo fazemos uma grande escolha sobre as prioridades, trabalho, família, busca espiritual. Ou quando nos damos conta que os filhos se foram, missão cumprida, a aposentadoria chegando, o sexo ganhando outra dimensão, mais sábio, mais maduro, até mais exigente na qualidade que quantidade; qdo vem o questionamento do amor companheiro da velhice, do fim da vida que começamos a aceitar e levar com consciência. Nos homens, o cara-a-cara com o "menos ação", a fragilização do provedor. Nas mulheres um "nada", um vazio sem os atropelos da menstruação que nos acompanharam por tanto tempo e agora que enfim está para acabar dá aquele medo - como será, como serei? Ainda feminina? Em ambos o declínio da força, a decadência do corpo se manifestando definitivamente, mas tbm a transformação da beleza, a manifestação dos novos atrativos. É. Como portarmos-nos diante da indústria química e as maravilhas que negam a maturidade do corpo e do espírito? Outra descrição da essência de romã é a de proporcionar clareza diante de uma questão delicada: qdo nos vemos em conflito entre a missão em família, ou de outra voltada para a grande família planetária, ou o sacerdócio.
A missão em família passa por cuidar, coisa tão feminina, tão mãe, mas que, felizmente, chega também aos homens hoje em dia, qdo assumem a paternidade - seja na vitória da licença paternidade, seja no direito de criar filhos conquistado pelos casais homossexuais.
Compartilho com vcs essa nova percepção e já coloquei minhas gotinhas de romã em meu buquet - vou contando os resultados.
Beijos,
Dhan
Priscilla Comentário de Priscilla em 8 junho 2008 às 6:01
Olá, amigos. Como sou pesquisadora e produtora de essências florais e vibracionais (Marangatu), gostei da criação do grupo. Quando tiver um pouco mais de tempo, crio um tópico, abraços.
Laerte Willmann Comentário de Laerte Willmann em 4 junho 2008 às 1:43
Cao, acho que é preciso criar um tópico, senão a gente não pode responder em baixo, vai entrando assim em cima...

mas já que a Dhan não disse nada vou sugerir algumas possibilidade nos florais clássicos de Bach:

Rock Water
Para aqueles que são extremamente exigentes consigo mesmo e desejam ser um exemplo. Rigidez moral e negação de suas necessidades. Se auto-impõem férrea disciplina com a finalidade de atingir altos ideais. Auto-repressão e auto-martírio.

Vine (Vitis vinifera)
Para os autoritários, ambiciosos, inflexíveis, tirânicos e insensíveis. Buscam excessivamente o poder. As vezes são sádicos e cruéis. Para aqueles que procuram impor suas vontades sobre os outros. Personalidades muito fortes.

Beech (Fagus sylvatica)
Para aqueles que são demasiadamente críticos, arrogantes, intolerantes, racistas. Costumam julgar e condenar os outros. Irritam-se facilmente com hábitos, manias e jeito de ser alheios.
Dhan Comentário de Dhan em 1 junho 2008 às 1:18
Alguns homeopatas consideram os efeitos do florais muito sutis e de pouca eficácia em sintomas físicos. De fato, o sistema compilado por Dr. Bach, baseia-se na observação dos desconfortos emocionais. Embora os demais sistemas façam o mesmo, oficialmente, apenas o australiano de Ian White, país onde a Naturopatia é uma especialidade, estabelece a relação direta entre as essências florais e distúrbios fisiológicos.
Em minha observação, ao longo de mais de 20 anos, constatei o
re-equilíbrio de taxas de açúcar, por exemplo, com Red Chestunt para casos de diabetes com sintomas emocionais de preocupação, ou de prisão de vente relaxada com Rock Rose, asma com Yerba Santa, dor de ouvido com Golden Ears Drop entre zil outros casos. Isso sem falar na rapidez com que agem os florais australianos em situações nas quais a somatização é gritante.
Percebo, também, que o tratamento com florais nos traz mais perto da responsabilidade que temos com a nossa Saúde - amplia o auto-conhecimento, apura a consciência, estimula a imunidade. A experiência com os florais nos conduzem a uma maravilhosa jornada de crescimento por etapas que vamos conquistando envolvidos pela beleza das cores, das formas, dos aromas que nos atraem ao generoso poder curador das flores.
 

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Entrevista com o AUTOR

Apocalipse Motorizado

Ned Ludd (org.)

A cada três minutos acontece um acidente envolvendo carros na cidade de São Paulo.

Vinte mil pessoas são mortas, por ano, vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, mas números não oficiais apontam quase o dobro. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mais de um milhão de pessoas estão envolvidas direta ou indiretamente nestes acidentes!

As ruas, avenidas e viadutos avançam devastando bairros e expropriando o espaço público da comunidade pelo espaço privado do automóvel.

O petróleo polui e altera as condições climáticas das cidades cada vez mais congestionadas...Guerras são declaradas e milhões são massacrados pelo controle das fontes de combustíveis como podemos ver claramente hoje no Iraque.

Contudo, até então nenhuma reflexão contundente sobre o papel desumano dos automóveis havia obtido seu devido espaço no Brasil, nenhuma crítica radical contra essas máquinas moedoras de carne humana.

Por isso, o livro Apocalipse Motorizado - A Tirania do Automóvel em um Planeta Poluído apresenta uma coletânea inédita de textos sobre a questão do automóvel como uma imposição social, discutindo seus ´efeitos colaterais´ nefastos como poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Mais que uma abordagem teórica, o livro propõe ações práticas e soluções à libertação da humanidade dessa tirania.

A coletânea é ilustrada pelo cartunista americano Andy Singer, cujo livro CARtoons tornou-se referência nos movimentos anticapitalistas ao redor do mundo.

Apocalipse Motorizado não representa apenas uma análise da insustentável organização de nosso atual sistema de transportes, mas também insere sugestões de como, de maneira inteligente e criativa, se opôr à ditadura do automóvel e suas consequências desumanas.

O pensamento ecológico radical de Ivan Illich e André Gorz, o papel do carro em nossa sociedade, a história do movimento anticarro, seu objetivo, como organizar uma ´Massa Crítica´ em sua cidade, sugestões de manifestações bem-humoradas: tudo condensado neste livro bombástico, um guia para quem não aceita ficar parado, vendo o tráfego atropelar suas vítimas.

Mais um acidente de trânsito acabou de acontecer em São Paulo.

OS AUTORES
Ivan Illich (1926-2000) foi um dos pensadores mais surpreendentes dos anos 70 e 80. Com precisão e força atacou cada um dos falsos consensos da sociedade ocidental. O texto de Illich neste livro teve imenso impacto no pensamento libertário de hoje.

André Gorz nasceu em Viena, em 1924, é autor de ´Crítica da Divisão de Trabalho´ (Martins Fontes, 1989)

Aufheben é o nome de um grupo autonomista marxista da Inglaterra surgido nos anos 90.

Car Buster é a principal organização ativista internacional do movimento anticarro.

Reclaim The Streets é um dos principais movimentos ativistas de Londres que surgiu em 1991 com o intuito de tornar as ruas um local de convívio entre pessoas e não somente um espaço de passagem.

Ned Ludd é organizador do livro Urgência nas Ruas ­ Coleção Baderna - Conrad, 2002


Ciência precisa de metáforas melhores, diz pesquisador
Livro critica estágio atual da biologia e sugere caminhos para o futuro dessa disciplina

Se a poesia emprega metáforas para despertar o encanto, também a ciência usa esse recurso, para uma melhor compreensão de conceitos abstratos ou complexos. Por isso os cientistas falam, por exemplo, da movimentação do som por meio de "ondas". Porém, se na poesia o mau uso de metáforas resulta apenas em uma obra duvidosa, na ciência a compreensão literal das metáforas leva a perigosos mal-entendidos.

Esse é o eixo central das idéias discutidas por Richard Lewontin, pesquisador da Universidade de Harvard (EUA), em conferências realizadas em Milão que, com o acréscimo de mais um capítulo, tornaram-se o livro A tripla hélice. Lewontin debate a idéia de que somos pré-determinados pelos genes, aponta incorreções na teoria da evolução de Darwin, discute a visão cartesiana de que o corpo é uma máquina e sugere caminhos para o estudo da biologia.

O autor critica o uso do termo desenvolvimento para sintetizar as alterações por que passamos do nascimento à morte. Lewontin afirma que o "termo traz a idéia de algo que se desenrola a partir de algo já presente". Segundo esse conceito, as características dos seres vivos seriam a mera expressão do seu material genético e nunca dependeriam da influência do ambiente (como se verifica, nos humanos, no caso da língua que cada indivíduo fala).

Lewontin também discute a atualidade da teoria da evolução. O termo criticado dessa vez é a adaptação -- "o processo pelo qual um objeto se torna apto a satisfazer uma existência preexistente". Segundo esse conceito, a diversidade das espécies resultaria da existência de "diferentes tipos de ambientes aos quais os seres vivos se compatibilizaram mediante a seleção natural". O autor condena a separação entre ambiente e organismo. As formigas, por exemplo, fazem ninhos, as plantas consomem gás carbônico do ambiente e produzem o oxigênio a ser usado pelos animais. Organismos e ambiente agem um sobre o outro em um processo constante de transformação.

Mais uma metáfora combatida é a comparação de seres vivos a máquinas. Para estudar um organismo, a biologia divide-o em partes, como se fosse possível separá-lo em funções e em seguida "determinar um todo claro e de anatomia óbvia". É impossível estudar como alguém segura um objeto analisando apenas os movimentos da mão. Ele precisa dos olhos para ver, os músculos se contraem a partir do encurtamento das fibras musculares, que por sua vez depende da química das proteínas actisina e miosina.

Embora admita que as técnicas de que a ciência dispõe já bastam para que avanços sejam feitos, Lewontin esclarece que as respostas que a biologia elabora dependem das perguntas que faz. Se o estudo dos seres vivos está permeado de noções equivocadas, as perguntas serão mal-formuladas e as respostas não esclarecerão o que realmente interessa.

A tripla hélice é um livro atual e envolvente. Em uma linguagem simples, porém de raciocínios complexos, permite uma leitura surpreendente a quem quer que tenha domínio razoável de biologia e genética.


A tripla hélice - gene, organismo e ambiente
Richard Lewontin (trad.: José Viegas Filho)
São Paulo, 2002, Companhia das Letras
138 páginas - R$ 25

Denis Weisz Kuck
Ciência Hoje on-line
03/09/02

Notas

Porque NÃO!

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago 2009 at 13:13. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago.

Hora do Planeta


" Veja o seu mundo sob uma Luz totalmente diferente "

28/março : 20:30h horário local - desligar a eletricidade por 1 hora em sintonia com vários países - cada vez mais pessoas aderem a esta causa !
Participe e divulgue !!!

Em 2007 - esta idéia começa e toma conta da Austrália

Em 2008 - 35 países se unem, mais de 50 milhões de pessoas cadastradas que fizeram a diferença apagando
a Luz por uma hora e deixando a Mãe Terra respirar ...

Participem

Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar 2009 at 11:00. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar.

Fotos dos membros da RETRANS

O slideshow da RETRANS, na página principal, comporta o nº máximo de 100 fotos.
As demais fotos (mais de mil fotos!) publicadas pelos membros seguem arquivadas em suas páginas pessoais ou nas páginas de FOTOS.Portanto, para quem quiser ver ou rever mais fotos basta clicar no link Fotos( parte superior da página principal) ou nas páginas pessoais de cada membro.
Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 21 Jun 2008 at 10:44. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 23 Mar.

Objeções de consciência

Reservista israelense se nega a invadir Gaza

Um reservista escalado para invadir a faixa de Gaza se recusou a entrar no território como protesto contra a morte de centenas de palestinos, muitos deles civis, na Faixa de Gaza.

O militar, de 35 anos, integrante de uma unidade de engenheiros, foi condenado a 14 dias de prisão por insubordinação, informou em um comunicado a organização Ometz Lesarev, que apóia soldados que não concordam co… Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar 2009 at 10:50. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar.

Homenagem a Pierre Weil na Feira do Livro de Poa/RS


Encontro de autores da RETRANS na 54ª Feira do Livro de Porto Alegre

Em Busca da Paz

© Antônio Dayrell

(À memória de Pierre Weil*)

Pela paz soltaram as pombas do cativeiro,
um ano foi especialmente dedicado.

Pela paz construíram as armas,
homens perderam suas vidas,
famílias se viram destruídas.
Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 25 Nov 2008 at 16:06. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 5 Mar.

 

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