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Nas Tendas da Lua, a reflexão do que se passa na comunidade, no mundo, com os seres... E os resultados destas avaliações, são decisivas nas decisões que nos Grandes Conselhos são tomadas em beneficio da Comunidade.

Local: Planetario Galáctico
Membros: 22
Última atividade: 3 Dez, 2013

O Resgate do feminino: um olhar sobre o ecofeminismo e a mudança de paradigma

1. A mudança de paradigma

“Una vez más debemos sentirnos sobre la tierra en nuestra casa y entre nosotros. Necesitamos uno nuevo paradigma que nos permita movernos de una cultura dominada por la violencia, a una cultura de pacificación, creatividad y paz”.(Vandana Shiva)


A terra vem passando por transformações que se tornam cada vez mais explícitas com todos os acontecimentos ocorridos recentemente na natureza. A humanidade toda começa a se perguntar a respeito do que está acontecendo e muitos, enfim, começam então a perceber o quão importante é o equilíbrio de nosso planeta e o quanto o homem vem contribuindo justamente para o contrário.
Muito além destes eventos naturais trágicos que vem suscitando tantos debates ocorre uma transformação mais lenta e profunda e que também diz respeito a relação homem-natureza. Esta transformação, não tão focada pela mídia quanto a anterior, se trata de uma mudança que vem ocorrendo nas bases de nossa cultura. Uma mudança poderosa mas silenciosa que vem crescendo, se fortalecendo e criando raízes firmes no solo da sociedade e aos poucos se faz ser ouvida. Esta transformação vem sendo constituída como uma alternativa à estrutura civilizacional que temos vivenciado. Mais do que uma mudança de mentalidade é apresentada como uma mudança de paradigma levando em consideração o termo dentro do conceito proposto por Boff (2000, p.27) de paradigma enquanto “uma maneira organizada, sistemática e corrente de nos relacionarmos com nós mesmos e com tudo o resto à nossa volta”. Tratando-se de “modelos e padrões de apreciação, de explicação e de ação sobre a realidade circundante”.
Esta alternativa surge como uma ferramenta essencial nesta construção sobre os resquícios patriarcais de um modelo de sociedade que tem sido visto como o principal responsável de alguns dos piores dramas da humanidade, entre eles a desigualdade social, a destruição do planeta, a violência e a miséria. Modelo este que representa cerca de 400 anos de nossa história recente e é simbolizado pelo capital, pela dominação e pelo poder sobre a natureza e sobre os seres mais fracos.

Na atitude de estar sobre as coisas e sobre tudo, parece residir o mecanismo fundamental de nossa atual crise civilizacional. [...] A vontade de tudo dominar nos esta fazendo dominados e assujeitados aos imperativos de umas Terra degradada. A utopia de melhorar a condição humana piorou a qualidade de vida. (Boff, 2000, p.25).

As grandes marcas desta atitude se mostram ainda fortes na atual sociedade de consumo, no capitalismo, no acúmulo de bens materiais, no desenvolvimento econômico sem freios e na ilusão do uso ilimitado dos recursos naturais, entre outros tantos. Cresce assim a preocupação sobre este modelo e se busca uma nova forma de nos relacionarmos com nosso meio, nossa comunidade local e também global. Surge uma preocupação sobre a humanidade como um todo e a necessidade de um novo projeto, buscando desta forma uma nova visão, um novo posicionamento frente a essas questões.

Hoje estamos entrando num novo paradigma. Quer dizer, está emergindo uma nova forma de dialogação com a totalidade dos seres e de suas relações [...] em razão da crise atual, está se desenvolvendo uma nova sensibilização para com o planeta como um todo. Daqui surgem novos valores, novos sonhos, novos comportamentos, assumidos por um número cada vez mais crescente de pessoas e de comunidades. É desta sensibilização prévia que nasce um novo paradigma.[...] Começa já uma nova dialogação com o universo. (Boff, 2000, p.29-30).

Assim aos poucos vai sendo sinalizada uma nova concepção não apenas da natureza e de nosso planeta como também do próprio ser humano e de suas relações com o entorno. Resgatando um sentimento de pertença e de cuidado, estimulando uma conexão mais verdadeira com a realidade em volta e com o mundo. Assumindo cada cidadão uma postura de maior responsabilidade sobre esta realidade e este mundo que construímos diariamente.

Temos uma nova percepção da Terra, como uma imensa comunidade da qual somos membros. Membros responsáveis para que todos os demais membros e fatores, desde o equilíbrio energético dos solos e dos ares, passando pelos microorganismos até chegar às raças e a cada pessoa individual, possam conviver em harmonia e paz. (Boff, 2000, p.31).

A mudança de paradigma surge como o único caminho para o futuro da humanidade, como a única saída se de fato quisermos manter a vida em nosso planeta. Capra (1996, p.23) nos coloca que “Há soluções para os principais problemas de nosso tempo, algumas delas até mesmo simples. Mas requerem uma mudança radical em nossas percepções, no nosso pensamento e nos nossos valores”. É neste ponto que reside a importância fundamental de toda esta transformação, pois para reciclarmos nossa sociedade e por conseguinte nosso planeta precisamos primeiramente passarmos todos por uma reciclagem individual e transformadora.
1. A mudança de paradigma

“Una vez más debemos sentirnos sobre la tierra en nuestra casa y entre nosotros. Necesitamos uno nuevo paradigma que nos permita movernos de una cultura dominada por la violencia, a una cultura de pacificación, creatividad y paz”.(Vandana Shiva)


A terra vem passando por transformações que se tornam cada vez mais explícitas com todos os acontecimentos ocorridos recentemente na natureza. A humanidade toda começa a se perguntar a respeito do que está acontecendo e muitos, enfim, começam então a perceber o quão importante é o equilíbrio de nosso planeta e o quanto o homem vem contribuindo justamente para o contrário.
Muito além destes eventos naturais trágicos que vem suscitando tantos debates ocorre uma transformação mais lenta e profunda e que também diz respeito a relação homem-natureza. Esta transformação, não tão focada pela mídia quanto a anterior, se trata de uma mudança que vem ocorrendo nas bases de nossa cultura. Uma mudança poderosa mas silenciosa que vem crescendo, se fortalecendo e criando raízes firmes no solo da sociedade e aos poucos se faz ser ouvida. Esta transformação vem sendo constituída como uma alternativa à estrutura civilizacional que temos vivenciado. Mais do que uma mudança de mentalidade é apresentada como uma mudança de paradigma levando em consideração o termo dentro do conceito proposto por Boff (2000, p.27) de paradigma enquanto “uma maneira organizada, sistemática e corrente de nos relacionarmos com nós mesmos e com tudo o resto à nossa volta”. Tratando-se de “modelos e padrões de apreciação, de explicação e de ação sobre a realidade circundante”.
Esta alternativa surge como uma ferramenta essencial nesta construção sobre os resquícios patriarcais de um modelo de sociedade que tem sido visto como o principal responsável de alguns dos piores dramas da humanidade, entre eles a desigualdade social, a destruição do planeta, a violência e a miséria. Modelo este que representa cerca de 400 anos de nossa história recente e é simbolizado pelo capital, pela dominação e pelo poder sobre a natureza e sobre os seres mais fracos.

Na atitude de estar sobre as coisas e sobre tudo, parece residir o mecanismo fundamental de nossa atual crise civilizacional. [...] A vontade de tudo dominar nos esta fazendo dominados e assujeitados aos imperativos de umas Terra degradada. A utopia de melhorar a condição humana piorou a qualidade de vida. (Boff, 2000, p.25).

As grandes marcas desta atitude se mostram ainda fortes na atual sociedade de consumo, no capitalismo, no acúmulo de bens materiais, no desenvolvimento econômico sem freios e na ilusão do uso ilimitado dos recursos naturais, entre outros tantos. Cresce assim a preocupação sobre este modelo e se busca uma nova forma de nos relacionarmos com nosso meio, nossa comunidade local e também global. Surge uma preocupação sobre a humanidade como um todo e a necessidade de um novo projeto, buscando desta forma uma nova visão, um novo posicionamento frente a essas questões.

Hoje estamos entrando num novo paradigma. Quer dizer, está emergindo uma nova forma de dialogação com a totalidade dos seres e de suas relações [...] em razão da crise atual, está se desenvolvendo uma nova sensibilização para com o planeta como um todo. Daqui surgem novos valores, novos sonhos, novos comportamentos, assumidos por um número cada vez mais crescente de pessoas e de comunidades. É desta sensibilização prévia que nasce um novo paradigma.[...] Começa já uma nova dialogação com o universo. (Boff, 2000, p.29-30).

Assim aos poucos vai sendo sinalizada uma nova concepção não apenas da natureza e de nosso planeta como também do próprio ser humano e de suas relações com o entorno. Resgatando um sentimento de pertença e de cuidado, estimulando uma conexão mais verdadeira com a realidade em volta e com o mundo. Assumindo cada cidadão uma postura de maior responsabilidade sobre esta realidade e este mundo que construímos diariamente.

Temos uma nova percepção da Terra, como uma imensa comunidade da qual somos membros. Membros responsáveis para que todos os demais membros e fatores, desde o equilíbrio energético dos solos e dos ares, passando pelos microorganismos até chegar às raças e a cada pessoa individual, possam conviver em harmonia e paz. (Boff, 2000, p.31).

A mudança de paradigma surge como o único caminho para o futuro da humanidade, como a única saída se de fato quisermos manter a vida em nosso planeta. Capra (1996, p.23) nos coloca que “Há soluções para os principais problemas de nosso tempo, algumas delas até mesmo simples. Mas requerem uma mudança radical em nossas percepções, no nosso pensamento e nos nossos valores”. É neste ponto que reside a importância fundamental de toda esta transformação, pois para reciclarmos nossa sociedade e por conseguinte nosso planeta precisamos primeiramente passarmos todos por uma reciclagem individual e transformadora. 1. A mudança de paradigma

“Una vez más debemos sentirnos sobre la tierra en nuestra casa y entre nosotros. Necesitamos uno nuevo paradigma que nos permita movernos de una cultura dominada por la violencia, a una cultura de pacificación, creatividad y paz”.(Vandana Shiva)


A terra vem passando por transformações que se tornam cada vez mais explícitas com todos os acontecimentos ocorridos recentemente na natureza. A humanidade toda começa a se perguntar a respeito do que está acontecendo e muitos, enfim, começam então a perceber o quão importante é o equilíbrio de nosso planeta e o quanto o homem vem contribuindo justamente para o contrário.
Muito além destes eventos naturais trágicos que vem suscitando tantos debates ocorre uma transformação mais lenta e profunda e que também diz respeito a relação homem-natureza. Esta transformação, não tão focada pela mídia quanto a anterior, se trata de uma mudança que vem ocorrendo nas bases de nossa cultura. Uma mudança poderosa mas silenciosa que vem crescendo, se fortalecendo e criando raízes firmes no solo da sociedade e aos poucos se faz ser ouvida. Esta transformação vem sendo constituída como uma alternativa à estrutura civilizacional que temos vivenciado. Mais do que uma mudança de mentalidade é apresentada como uma mudança de paradigma levando em consideração o termo dentro do conceito proposto por Boff (2000, p.27) de paradigma enquanto “uma maneira organizada, sistemática e corrente de nos relacionarmos com nós mesmos e com tudo o resto à nossa volta”. Tratando-se de “modelos e padrões de apreciação, de explicação e de ação sobre a realidade circundante”.
Esta alternativa surge como uma ferramenta essencial nesta construção sobre os resquícios patriarcais de um modelo de sociedade que tem sido visto como o principal responsável de alguns dos piores dramas da humanidade, entre eles a desigualdade social, a destruição do planeta, a violência e a miséria. Modelo este que representa cerca de 400 anos de nossa história recente e é simbolizado pelo capital, pela dominação e pelo poder sobre a natureza e sobre os seres mais fracos.

Na atitude de estar sobre as coisas e sobre tudo, parece residir o mecanismo fundamental de nossa atual crise civilizacional. [...] A vontade de tudo dominar nos esta fazendo dominados e assujeitados aos imperativos de umas Terra degradada. A utopia de melhorar a condição humana piorou a qualidade de vida. (Boff, 2000, p.25).

As grandes marcas desta atitude se mostram ainda fortes na atual sociedade de consumo, no capitalismo, no acúmulo de bens materiais, no desenvolvimento econômico sem freios e na ilusão do uso ilimitado dos recursos naturais, entre outros tantos. Cresce assim a preocupação sobre este modelo e se busca uma nova forma de nos relacionarmos com nosso meio, nossa comunidade local e também global. Surge uma preocupação sobre a humanidade como um todo e a necessidade de um novo projeto, buscando desta forma uma nova visão, um novo posicionamento frente a essas questões.

Hoje estamos entrando num novo paradigma. Quer dizer, está emergindo uma nova forma de dialogação com a totalidade dos seres e de suas relações [...] em razão da crise atual, está se desenvolvendo uma nova sensibilização para com o planeta como um todo. Daqui surgem novos valores, novos sonhos, novos comportamentos, assumidos por um número cada vez mais crescente de pessoas e de comunidades. É desta sensibilização prévia que nasce um novo paradigma.[...] Começa já uma nova dialogação com o universo. (Boff, 2000, p.29-30).

Assim aos poucos vai sendo sinalizada uma nova concepção não apenas da natureza e de nosso planeta como também do próprio ser humano e de suas relações com o entorno. Resgatando um sentimento de pertença e de cuidado, estimulando uma conexão mais verdadeira com a realidade em volta e com o mundo. Assumindo cada cidadão uma postura de maior responsabilidade sobre esta realidade e este mundo que construímos diariamente.

Temos uma nova percepção da Terra, como uma imensa comunidade da qual somos membros. Membros responsáveis para que todos os demais membros e fatores, desde o equilíbrio energético dos solos e dos ares, passando pelos microorganismos até chegar às raças e a cada pessoa individual, possam conviver em harmonia e paz. (Boff, 2000, p.31).

A mudança de paradigma surge como o único caminho para o futuro da humanidade, como a única saída se de fato quisermos manter a vida em nosso planeta. Capra (1996, p.23) nos coloca que “Há soluções para os principais problemas de nosso tempo, algumas delas até mesmo simples. Mas requerem uma mudança radical em nossas percepções, no nosso pensamento e nos nossos valores”. É neste ponto que reside a importância fundamental de toda esta transformação, pois para reciclarmos nossa sociedade e por conseguinte nosso planeta precisamos primeiramente passarmos todos por uma reciclagem individual e transformadora.

Luciana P. Urbim
lucianaurbim@gmail.com

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O Que Esperar de 2012 (Republicando...)

Iniciado por ॐFLOR ॐ DE LISॐ 6 Fev, 2011. 0 Respostas

O QUE ESPERAR EM 2012Postado por CLAUDIO VELASCO em 8 julho 2010 às 23:26Enviar mensagem Exibir blog de CLAUDIO VELASCO.Abaixo segue um pequeno resumo feito pelos amigos espirituais...O QUE É A…Continuar

O Resgate do Feminino 2

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues. Última resposta de Maria Cristina Zanin Sant Anna 29 Set, 2010. 1 Resposta

1.1 Ecologia profundaDentro das teorias apresentadas por Capra, assim como por outros teóricos da atualidade o homem surge como uma peça igualmente fundamental, mas apenas mais uma peça na teia da…Continuar

Para Refletir

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues. Última resposta de loreta lia vieira rodrigues 26 Set, 2010. 2 Respostas

Una mente y alma libre es aquella que vuela en dirección de lo que quiere, desea y cree. A veces para ir en la dirección que desea el alma y mente  libre, tiene que pasar por etapas de aprendizaje…Continuar

La Madre

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues 26 Set, 2010. 0 Respostas

“La Madre Tierra no es simplemente una expresión simbólica. Es fuente. Es raíz. Es origen de nuestra cultura y nuestra existencia. El ser humano necesita de la tierra… La convivencia equilibrada…Continuar

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Comentário de IRACY COELHO DE MENEZES MARTINS em 26 dezembro 2012 às 17:06

Depois de uma fase reclusa, fui inspirada a entrar na REDE e me deparei com convites os quais me honra aceita-los...Em especial nesse momento em que acredito precisar muito dos amigos espirituais...

Que DEUS, nosso PAI, nos permita trocas de amor e paz em nossos corações....

Bjs no coração

Mel

Comentário de Marly Cuesta em 7 novembro 2010 às 11:58
Obrigada,Loreta!
E nosso vôo torna-se mais forte quando abraçadas umas às outras.
com carinho,
Marly Cuesta
Comentário de loreta lia vieira rodrigues em 7 novembro 2010 às 11:48
Marly, Bem Vinda...
A nós Mulheres cabe alimentar os Bons Sonhos que movem as Asas desta Águia. Porque o vôo é natural às mulheres,rs.
Comentário de Marly Cuesta em 7 novembro 2010 às 11:44
Loreta e demais companheiras queridas de missão,
Que nossos elos nos fortaleçam em nosso aprendizado e missão.
Obrigada por este Grupo maravilhoso.
Com o meu fraterno abraço,
Marly Cuesta
Comentário de loreta lia vieira rodrigues em 29 setembro 2010 às 1:15
Dan
Bem Vinda ao feminino em todos os tempos e fases, bem vinda sempre!
Comentário de Dhan em 28 setembro 2010 às 22:39
Senhoras do Caminho, que bom ter casa aqui tbm. A menopausa é o sinal para a chegada da hora do repasse, do início do esvasiar da chícara do que aprendemos aqui para que possamos partir, mais adiante, em branco para a Luz. Tbm é o momento das jovens receberem para aprenderem a dar. Um bela sinfonia de vozes femininas ao seu tempo afinam-se para cantar, no mesmo tom, a melodia da esperança.
Convido-as a conhecerem tb o Espelho de Vênus (http://espelhodevenus.ning.com/), uma tenda também; um abraço feminino.
Namaste
Comentário de Liana Utinguassú em 26 setembro 2010 às 13:13
Agrdecemos por estas trocas de saberes aqui, em rede, de coração e espirito.Loreta,ao te solicitar aqui, sabia exatamente da riqueza e necessidades destas trocas entre nós.sobretudo buscar gerar maiores informações sobre o Consejo de Las Mujeres (Abuelas), y todas as Mujeres! Contem conosco, contem comigo. Gratidão,Respeito.esperamos em reve estarmos juntas diante do Fogo, dentro da tenda, OJALÁ!
Tlazocamatli!
Comentário de loreta lia vieira rodrigues em 20 setembro 2010 às 10:54
Hermana, que bom que estas aqui en nuestra Tienda del Consejo...
Con tu sabedoria, tu amor y tu constante atención...Jallalla...
Comentário de Liana Utinguassú em 19 setembro 2010 às 20:53
Jallalla!!!! Por estas e por outras, Jallalla Mamasita! Hermana de muchos tiempos! Gracias por venir y estar presente! Asi és, estamos juntas por siempre! Luego Colocaré aqui un texto que creo te vá gustar y a todas las hermanas! Saludamos a todas en esto circulo más que Sagrado Hermanas!
Comentário de Maria Cristina Zanin Sant Anna em 19 setembro 2010 às 20:01
Nós mulheres somos capazes de recursos infinitos para continuar na jornada da vida. A cada passo que ofertamos a terra nos descobrimos capazes de arcar com as sabedorias internas, as aptidões e as "medicinas" pessoais. O conselho de mulheres sábias
tem por objetivo potencializar a estrutura total do Feminino unindo conhecimento ancestral as necessidades da contemporaneidade, para o resgate e valorização do protagonismo feminino? Afinal somos teias. Somos vento e criação. Somos sementes.
Somos tecedeiras da alma. Somos o pulso dos corações peregrinos. Somos o suspiro leve e profundo. O acalanto primeiro, mais velho que o Tempo. Somos Deusas. Santas. Bruxas. Mutante. Canal da magia. Corpo sagrado. Ser da libertação.
Integradas com GAIA- com a Deusa - parte feminina de Deus-
 

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O Que Esperar de 2012 (Republicando...)

Iniciado por ॐFLOR ॐ DE LISॐ 6 Fev, 2011. 0 Respostas

O QUE ESPERAR EM 2012Postado por CLAUDIO VELASCO em 8 julho 2010 às 23:26Enviar mensagem Exibir blog de CLAUDIO VELASCO.Abaixo segue um pequeno resumo feito pelos amigos espirituais...O QUE É A TRANSIÇÃO?Transição Planetária, Juízo Final, Final de Tempos, é um balanço de fim de era ou a mudança de ciclo evolutivo. Tudo na natureza obedece a ciclos da vida: nasce, cresce, alcança a plenitude, envelhece e morre. Morrer não é bem o termo, pois como dizia Lavoisier "na Natureza nada se cria, nada…Continuar

O Resgate do Feminino 2

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues. Última resposta de Maria Cristina Zanin Sant Anna 29 Set, 2010. 1 Resposta

1.1 Ecologia profundaDentro das teorias apresentadas por Capra, assim como por outros teóricos da atualidade o homem surge como uma peça igualmente fundamental, mas apenas mais uma peça na teia da vida. Torna-se óbvia a unicidade presente no universo, seja ele interno ou externo ao ser. Tudo está interligado e interconectado formando uma cadeia interdependente. Essa visão prevalece sobre a visão mecanicista que isolava cada elemento em seu lugar e torna-se a marca principal da mudança de…Continuar

Para Refletir

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues. Última resposta de loreta lia vieira rodrigues 26 Set, 2010. 2 Respostas

Una mente y alma libre es aquella que vuela en dirección de lo que quiere, desea y cree. A veces para ir en la dirección que desea el alma y mente  libre, tiene que pasar por etapas de aprendizaje dificultosos y/o sencillos, e incluso un poquito doloroso. Nadie tiene porqué sufrir, pero casi todo ser humano pasa por momentos denominados duros para conseguir alcanzar sus propios sueños y deseos.  Las trampas que la vida nos pone a nuestro alrededor, los obstáculos que se ponen delante de…Continuar

La Madre

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues 26 Set, 2010. 0 Respostas

“La Madre Tierra no es simplemente una expresión simbólica. Es fuente. Es raíz. Es origen de nuestra cultura y nuestra existencia. El ser humano necesita de la tierra… La convivencia equilibrada sobre la Tierra es la que se ido minando. Según los testimonios de nuestros ancianos, las antiguas civilizaciones, las primeras naciones poseían esos valores. En todos los aspectos de la vida debe existir siempre el equilibrio y una de las fuentes más importantes del equilibrio es la comunidad”.…Continuar

ORACION DE LAS MUJERES GUARDIANAS DE LA TIERRA

Iniciado por loreta lia vieira rodrigues 25 Set, 2010. 0 Respostas

“Mi corazón de mujer es rociadocon el dulce néctar de sanaciónque la Madre Cósmica me entrega.En este momento soy parte del Círculo Sagradode Mujeres de Luz, y unida a mis hermanas, activo mi fuerza espiritual para irradiar energía amorosa a través de mis manos y mi conciencia.Te pido Madre Cósmica que bendigas mis manos y las manos de mis hermanas en todo el mundo para poder canalizar aquí y ahora tu Luz Sanadora hacia la Madre Tierra.Te pido Madre Divina que hagas de nosotras un instrumento…Continuar

Compartilhando para trocas

Iniciado por Liana Utinguassú 19 Set, 2010. 0 Respostas

Compartilho deste momento que  para  mim em pessoal, foi e  segue sendo  Sagrado demais! Estive  com um Grupo de  Anciãs(Abuelas) de  diversas "Etnias",.Mulheres  que  considero, "Hibridas",  como esta que aqui se  coloca, por  todo um conjunto de  fatores , mas  sobretudo pelo  SER, Mestiça, Indígena  Guarani..debatemos sobre as  "Fases e  Faces" da  Mulher Madura..Aqui, acredito oportuno  colocar.Gratidão por terem gerado este "Grupo".Loreta e  demais  Irmãs, Parentes e Amigas AS FASES E …Continuar

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Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 4 Mar 2011 at 8:24. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 12 Ago, 2012.

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