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Educação Ambiental é a Onda Quântica do Momento no Brasil: Vamos ao Grande e Poderoso IV Fórum Brasileiro de Educação Ambiental no RJ, entre 22 a 26 de Julho de 2009



Educação Ambiental é a Onda Quântica do Momento no Brasil


I - Educação Ambiental pode ser disciplinar e Transversal. II - Escolas precisam Renascer. III - O que é um Recreio Vivo. IV - EA moderna é Inter e Transdisciplinar. V - Escolas como Centros de Cura Sociais. VI - O que é uma Educação para a Verdade


Mauro Schorr (Orua)

www.institutoanima.org

www.permaculturabr.ning.com

Todo o ano se comenta muita coisa sobre educação ambiental, os mesmos atores globais se reúnem, as políticas são lançadas de forma tímida, como boas teses de doutorado, os recursos são pequenos, o sonho é grande, o resultado, sempre muito longe do que se discute e se almeja, mas a esperança de um novo mundo melhor e mais possível, é o nosso vento, vela, leme, horizonte e tremenda boa vontade.

Teremos um novo grande evento agora entre os dias 22 a 26 de Julho na cidade do Rio de Janeiro, o IV Fórum Brasileiro de Educação Ambiental (Campus da Praia Vermelha – UFRJ - Urca), já possui 4.000 inscrições, então é preciso a gente começar a discutir mais a importância deste tema, sua estratégia para que este imenso esforço, valioso, tão necessário, não seja apenas uma curtição modista local, uma marquetismo político de sempre, que continua a alimentar a nossa agravante situação socioambiental e as políticas do faz-de-conta tão normais de se ver por aí.

A Grande Divisão da EA e a busca de um Equilíbrio

Educação ambiental precisa ser vista em dois grandes blocos no meu ponto de vista: Educação Ambiental Transformadora: a que liberta e salva, cura e enobrece as relações do homem com o ambiente e a sociedade.

E a EA mercadológica, ou a que o enquadra, como um comportado membro de um sistema econômico corporativo e um ativo usuário de produtos de consumo, onde a natureza e o ambiente, são tratados como bens sociais úteis a serem devidamente explorados ou conservados, mas mesmo assim continuam sendo vistos como mercadorias, e podem ser consumidos de forma mais sustentável, para a satisfação pessoal de quem pode pagar, e a elevação de sua qualidade individual de vida. Esta EA acha que o meio ambiente está em um segundo plano, é para ser utilizado, e sua preservação sempre será em benefício do homem.

Uma educação ambiental que se fundamenta em uma base holística, espiritual, de reconecção com o sagrado, e uma ciência adaptada, branda, ética e sustentável, pensa justamente ao contrário: o homem é parte da natureza e sua conservação é a prevenção contra o risco de sua extinção e da vida de seu planeta. A EA moderna precisa respeitar os ambientes naturais que não pertencem necessariamente ao homem, mas à todos os seres, mas o homem aqui é filho, é irmão, é parte e visitante temporário de seu planeta.

A EA capitalista mantêm uma educação fragmentada, utilitarista, separada do todo, da universalidade, que visita a realidade ambiental não se sentido parte deste conjunto harmônico natural. Não se preocupa com a inter, transdisciplinariedade e a transversalidade da educação. A conduz de forma antropocêntrica, racionalista, analítica, cartesiana, e cumulativa não vivencial de conhecimentos muitos pouco aplicáveis e replicáveis na realidade do seu tempo, chegando a ser tóxicos os seus conteúdos mentalmente e espiritualmente aos seus alunos.

Mas a dualidade e o choque ou confronto de forças, são comuns em nossa dimensionalidade física e biológica, a dança da consciência, com o tempo e espaço ou a III D. É sempre interessante buscar-se um equilíbrio, entre o primitivismo parnasiano, o mito do Jardim de Éden e suas mitologias seqüenciais, e o nosso fantástico processo industrial e suas facilidades, confortos e desafiantes impactos. Assim a educação ambiental desta nova era, precisa abrir-se para estes diferentes pulsares, equilibrando o passado com o futuro. Podemos afirmar que somos atores e operários deste eterno desafio e raro dinâmico e exponencial processo.

Novos Temas Fundamentais para o Salto Quântico na moderna EA

Há temas riquíssimos mas que são infelizmente muito combatidos ou desprezados pelas atuais lideranças da educação ambiental no Brasil, onde inclusive muitas não aceitam novas sugestões, se ancorando na burocracia e nos fartos ganhos pessoais do estado e das universidades, vendo com seus pequenos olhos ou miopias avanços que na verdade praticamente não existem principalmente no sistema escolar oficial brasileiro.

Óbvio que há inúmeros exemplos de projetos educacionais interessantes, mas em uma escala ampla, a situação da educação ambiental no Brasil, nas políticas públicas, na mídia, na educação popular, na absorção junto a todos os ministérios, estão bastante desgastadas ou ausentes. Assim temos sugestões interessantes em pontos estratégicos, sendo lançados ano-após-anos de infindável discussão, que precisam ser levadas ao IV Fórum, onde estaremos lá, com nossas oficinas de Permacultura e stands do Anima.

I - Educação Ambiental pode ser disciplinar e Transversal

II - Escolas precisam Renascer

III - O que é um Recreio Vivo

IV - EA moderna é Inter e Transdisciplinar

V - Escolas como Centros de Cura Sociais

VI - O que é uma Educação para a Verdade

I - Educação Ambiental pode ser Disciplinar e Transversal

Muita gente que ver a EA sendo transversal. Achamos bacana isso, só que a vida e a práxis dos professores, o stress do currículo escolar, não permite muito espaço para a EA nas escolas. Fica sempre mais para a “fessora” ou a tia de ciências. Então tem outro lado, que é importante e fundamental: o povo ambientalista nunca tem emprego fácil, dinheiro, oportunidades iguais aos outros professores. Os beija- flores perderam suas árvores e ninhos, e os guerreiros do arco-iris viram seu pote de mel e de ouro ser furtado... seria legal eles terem seu espaço e sua disciplina nas escolas, para terem mais respeito. É obvio que só isso não basta, eles podem ser perseguidos, discriminados, etcs, então a EA pode ser expandida em todas as disciplinas, e em uma oficial. Ora, será emprego para um monte de gente inteligente, que pensa, e em igualdade de condições. Este poder a EA precisa, e urgente. Não podemos dar mole para os pseudo-ecologistas não.

Será que a principal vantagem da EA como disciplina consiste que as necessidades de estudo e aplicação do conhecimento ambiental podem ser aprofundadas, pois as demais disciplinas mais convencionais oferecem um espaço bastante reduzido para o seu desenvolvimento. A transversalidade pode desta forma continuar sua evolução, mas protegida e irradiada por seu lugar na escola e disciplina. Isto também significa chances de maior empregabilidade para os educadores e facilitadores ambientais.

A critica recebida dos educadores é que a transversalidade é uma conquista, mas isto não está acontecendo na realidade, parecendo ainda uma excessiva teorização e academicidade relacionada a gradual construção de um novo modelo de ensino que está sendo questionado em todos os sentidos, desde o seu conteúdo até na forma de ser ensinado-aprendido ou fazendo-aprendendo... talvez ela seja importante nos países mais "desenvolvidos, acostumados com um padrão de vida e cultura muito mais elevada". A transversalidade pode ser um passo muito grande para a educação ambiental brasileira, que está engatinhando ainda.

II - Escolas Precisam Renascer

Projeto Renascer nas escolas e comunidades, é mais do que se fazer uma horta com os alunos, é se organizar equipes e estas feitas com alunos, pais e professores, estudam juntas idéias de como melhorar suas escolas e comunidades, tirando algumas horas da semana para se arrumar tudo que está estragado da escola e bairro, sempre em pontos chaves de destaque, os chamados locais de poder.

A luz e o despertar e a motivação espiritual que isto traz são importantes nestes ambientes populares, muito carregados de energias densas, que precisam de novos sois em seus detalhes. O grande negócio é ser pequeno e muito forte. Hortas, compostos, minhocários, cercas vivas, bambu, bananeiras, frutas, ervas, herbários, estufas, cimento, lajotas, canos, rebocos, pinturas, pichações lindas, tudo isso pode acontecer em todos os cantos do Brasil, puxados por uma EA prática e mais consciente. Trabalhinhos para samurais da atenção e da condução de grupos.

III - O que é um Recreio Vivo

A necessidade das crianças de soltarem o excesso de energia represada se mostra na sua conduta que transparece muito nos movimentos como correr, pular, exercer a liberdade, participar de jogos esportivos como futebol, danças e inclusive em determinados momentos surgem situações negativas de violência e competição, e até o caos e desastres.

O recreio é um dos melhores momentos de integração social da criança na escola, mas que poderia ser mais bem aproveitado, estudado e organizado. A educação ambiental pode adentrar e participar deste espaço, enaltecendo valores construtivos de sustentabilidade, democracia, espiritualidade, jogos cooperativos, danças circulares, novos esportes, teatro, yoga, corais, e a introdução de oficinas práticas artesanais e profissionais.

Também a participação das crianças na bioconstrução civil e na expansão de projetos permaculturais pode ser interessante neste período em determinado momento, opcionais e não impostos ou direcionados sem consentimento dos alunos.

Possivelmente o período do recreio deverá obter uma ampliação de horário entre 45 a 60 min. Chamamos este projeto de Recreio Vivo.

As crianças podem escolher durante a semana quais mini-oficinas poderiam participar, no entanto nunca podem repetir a oficina até passarem por todas elas.

O recreio pode ser mais um espaço lúdico de uma moderna EA viva e cria-ativa.

IV - EA Moderna é Inter e Transdisciplinar

Para extrair da agricultura o preconceito e sua exclusão do processo industrial e urbano dominante, que a tratou com desprezo e de forma mercantilista, esquecendo do seu fundamental papel de sustentabilidade e de segurança ambiental e alimentar para o futuro climático do planeta, temos que incentivar para que a crianças possam tocar e sentir os valores e as vibrações da terra, para que se sensibilizem para cuidar das plantas e colher seus alimentos e medicamentos. O primeiro doutorado de uma pessoa neste planeta, é saber cultivar e proteger a terra.

Esta cultura orgânica e ecológica no BR está acabando em ampla escala, sendo substituída pelas fotos coloridas das telas dos computadores e TVs, e a influência do moderno agronegócio. E para evitar este processo que irá contribuir acentuadamente para a destruição ambiental, a agroecologia e a permacultura podem tornar-se alicerces fundamentais para a educação ambiental escolar e comunitária.

Temos na verdade a imagem de um triângulo: agroecologia, permacultura em um lado, a nutrição vital e integral orgânica e natural em outro, e a medicina natural e terapêutica no oposto. Isto são as bases fundamentais para uma EA efetiva e de baixo custo.

A nutrição vital e integral e a medicina natural ou naturologia também são ferramentas importantes para servirem como fundamentos da EA no Brasil e em todo o planeta, ou seja, a EA precisa valorizar a alimentação e hábitos de vida saudáveis, e não cair nas garras e malhas da valorização da utilização de alimentos industriais artificiais e seu pretensioso marketeirismo. Isto pode ser discutível, mas em uma esfera de educação popular, é sobremaneira importante uma dinamização de conteúdos terapêuticos que valorizam a sabedoria popular e servem como preventivos a enfermidades e problemas de saúde diversos. Precisamos rumar para uma educação ambiental terapêutica que nos ensine a meditar e a nos iluminar com o mundo a quem somos parte e todo ao mesmo tempo, e que esquecemos.

V - Escolas como Centros de Cura Sociais

Vejam bem, uma escola, um centro comunitário, cada tijolo custou uma boa verba e tempo para ser erguido, e aí ficam ali, sendo usados em algumas aulas, depois em outro turno muitos passam horas vazios, desertos, sem atividade. Com o tempo vão se deteriorando, e ninguém se sente responsável, o aluno é só um passageiro da escola, muito apressado, querendo sair já, de férias, desde o primeiro dia que entra.

Por que isto acontece, será que estas 4 a 5 hs de carga horária brutal e estonteante, totalmente esgotantes estão corretas para estes frágeis organismos, estas aéreas mentes e personalidades sem identidade ainda, grande parte mal alimentadas, qual poder neste planeta interessa a escravização e robotização racionalista dos alunos e professores, o Cristo verdadeiro é que não quer isso, acredito. Pois é um projeto sujo, um disparate, ver nossos alunos dias após dias recebendo informações mecânicas superficiais, pouco reais, ultrapassadas, que não lhes servirão para muita coisa. Quando vamos falar a verdade sobre os conteúdos de nossa educação, que se diz moderna mas está na década de 60 e 70 ainda. Não é a toa que surgem bagunças na sala de aula, desatenção, evasão escolar, apelo ao sexo, e até uso de drogas e de armas.

Para solucionar isso as escolas podem se modernizar totalmente, terem áreas de lazer, piscinas, hortas, salas de música, judô, karatê, aikidô, kung fu, jiu jitsu, ikebanas, cerâmicas, tecelagens, marcenarias, serralherias, etcs ou seja, podemos montar oficinas profissionalizantes nas escolas, e esportes, teatros, salas de lazer e até cinema, em todos os três turnos. As opções são infinitas. Mas isto é política pública aberta, e os recursos e editais precisam ser mais facilitados, em valores até R$ - 30.000.00, por que esta coisa de coletivos educadores em minha opinião favorecem os grandes tubarões, que se alimentam das falcatruas normais que desviam as verbas vultosas do setor ambiental há centenas de anos no Brasil.

As diversas ações de melhoria da escola podem ser usadas pelos professores para que seus alunos aprendam a arte da bioconstrução civil, agrícola, ambiental, paisagística, artística, assim não há mais espaço para a geração de preconceitos, divisões de classe, ou raciais, onde a humildade e o aprendizado com as parcelas ou detalhes práticos da vida, podem ser mais valorizados nas escolas, evitando que um conhecimento teórico muitas vezes importado, desconexo com a realidade socioambiental do país, ou de sua necessidade histórica, sejam mecanicamente utilizados no dia-a-dia da sala de aula.

Comparação de Paradigmas na Educação Moderna (foi uma bela tabela)

Educação Convencional
Educação do III Milênio

Excessivo racionalismo mecânico. As informações são recebidas e não compreendidas ou vivenciadas


Seleção das atividades, desconcentração curricular, vivência das disciplinas

Culto ao conhecimento objetivo, utilitarismo científico, materialismo
Vivência das Informações, Seminários, pesquisa extraclasse, grupos de estudos, Trabalhos científicos, construção conjunta do pensamento, análise projetiva e histórica

Carga horária stressante
Vivências subjetivas, terapêuticas, arte, música, mistica, desprogramação, healing

Sistemas de avaliação baseados no conhecimento objetivo e mensurável através de provas escritas
Sistemas de avaliação com a participação de outros itens como comportamento, assiduidade, responsabilidade, criatividade, grau de interesse

Não interfere no despertar da cidadania e da ética e dos valores sagrados da humanidade
Educação para a Paz, para a evolução plena do Homem, para a sustentabilidade da Terra

Educação ambiental é confundida com ecologia e sua abordagem política é de cunho ambientalista
Ecologia científica, educação ambiental, educação ecológica, educação transpessoal

Paradigma Newtoniano onde há a dualidade Sujeito e Objeto, Eu e Universo, Humanidade e Natureza
Paradigma Quântico Holográfico, não há dualidade entre sujeito e objeto, há similaridade entre níveis de consciências e níveis de energia

Princípio da Separatividade: Matéria, Vida e Informação
Não há princípio de separatividade, a energia é única e indissociável

Leis de Causalidade e Determinismo: toda causa tem um efeito. Rigidez racional

A + B = C
Complementariedade: Eventos se complementam e se dissociam. A + B = AB + C : Componente Qualitativo. Não há causas determinantes, Sincroniscidade, Campos Morfogenéticos, Lei da Incerteza de Heyserberg

O todo contêm as partes e as partes o todo
Princípio Holográfico: O todo está e pode ir alêm das partes

Pensamento Analítico e o absolutismo racional
Relativismo Conscencional: O estado de consciência é que transforma a experiência

O aluno é visita e cliente na escola
O aluno é parte e pode se sentir proprietário da escola

O professor é apenas uma engrenagem da escola
O professor é o ator principal, o mestre e o proprietário da escola

A escola não apresenta múltiplas funções sociais para a sociedade. Ela possui seu capital acumulativo, e que está estagnado, não cumpre novas funções sociais emergenciais em países do III mundo

A escola possui laboratórios, bibliotecas, computadores, piscinas, esportes, corais, publicações, feiras de ciências, projetos de extensão sociais, distribuição de alimentos, ervas, hortas, remédios, odontologia. A escola do III milênio torna-se um centro holístico de Cura Social para seu bairro e cidade

“Como observação final, uma mudança de mentalidade cultural pode atingir primeiramente a mudança comportamental e seu impacto nas relações humanas e com o meio-ambiente, mas sem a mudança estrutural econômica, sem se ensinar uma economia sustentável de alta qualidade, sempre alcança-se níveis mais lentos de transformação, esta velocidade da mudança pode de certa forma avançar com a mudança cultural e a sabedoria que esta desperta, espelhada em uma nova economia, e estas iniciativas necessitam serem dispostas em múltiplos sentidos e ações, e sua mensuração quantitativa não se consegue dispor facilmente pelo alcance quase infinito de sua projeção e absorção e compreensão por um número cada vez mais superior de seres humanos com potencial de tornarem-se agentes e sócios de nossa nova e qualitativa mudança paradigmática. “

VI - O que é uma Educação para a Verdade

Educação para a Verdade: passo essencial para a sustentabilidade e a liberdade

Amigos, fico refletindo sobre a educação atual em nossas escolas, então concluo que para a mudança real de nosso destino, para evitar-mos os graves problemas que temos como desafio de superar, enumerei alguns elementos que podem trazer a tona um novo padrão de conhecimento, sabedoria e de cultura para as novas gerações, e simplesmente para nossas crianças " aprenderem a ver o mundo com olhos de maior verdade e inteligência, e menos alienação".

Espero que os professores reflitam nossas prerrogativas aqui colocadas que estão bem emergenciais, vejam se vocês estudaram estes assuntos, ou os conhecem, ou podem responder estas importantes questões que aqui lançamos. Não trata-se de testar seu QI, ou sua cultura, mas de despertar seu interesse pôr um novo nível de enriquecimento de nossos currículos escolares, algo que vergonhosamente não estamos fazendo em quase todo este país e planeta ainda neste momento.

Assuntos que colocamos em Pauta para Discussão:

· A Teoria do Big Bang está consolidada? O que dizem os Fenomenologistas?

· Teoria da Evolução de Darwin está consolidada, há outras teorias diferentes e comparativas?

· Quais são os grandes paradigmas que formaram a nossa historia passada?

· Quais os grandes filósofos na Grécia que influenciaram o desenvolvimento da humanidade?

· Como foi sua influência na idade média?

· O que foi a escola Pitagórica e Aristotélica, qual o seu conteúdo? A contribuição de São Tomaz de Aquino ...

· Que povos habitavam a Europa antes do Império Romano?

· Qual as diferença das crenças entre os povos antigos considerados bárbaros e os povos mais modernos como os egípcios, gregos e romanos

· Como eram as condições de vida das populações da Europa na Idade Média?

· O que foram as grandes pestes e guerras através dos séculos na Europa?

· Como eram as culturas Chinesas na idade média?

· Como eram as culturas maias, astecas, toltecas e amazônicas e sua herança

· Quais foram os grandes filósofos e cientistas do século XVIII, XIX e XX, quais suas principais contribuições

· Porque tivemos três grandes guerras na Europa neste século, na Rússia e sua revolução, a I Guerra e a II grande guerra

· O que realmente ocorreu na Alemanha antes da Guerra? Por que elogiavam tanto Hitler e seu governo?

· O Holocausto Judeu possui algo mais profundo em sua perseguição?

· O que representam os estudos de Freud, Jung, Reich, Leonard Orr, Osho, Brena, Pierrakos, Weil para a moderna educação e nossa sociedade?

· O que é Agroecologia, Agricultura Biodinâmica e Permacultura?

· Vamos conhecer uma nova Bioconstrução para a sustentabilidade?

· O que é Euritmia e Pedagogia Social?

· O que representa uma nova Educação Ambiental voltada para uma Cultura da Paz?

· Há uma pedagogia terapêutica que neutralize a violência urbana?

Gostaria que muitos de vocês respondessem esta perguntas, as levassem aos seus filhos, colegas de trabalho, diretores de escolas e até ministros de estado e políticos.

Vamos ver se podemos raciocinar um pouco mais e não perder tanto tempo com conhecimentos superficiais, que são esquecidos rapidamente ou não nos conduzem a despertar nossa verdadeira sabedoria e interesse em crescer.

Então vamos amigos educadores parar de vacilar e continuar a engessar as regras desde jogo que estamos sempre ficando pesadamente atrás da destruição generalizada, pois as visões e atitudes dinossáuricas estão agora sendo convidadas a tornarem-se como "a voz viva da luz dos cânticos dos beija-flores-crianças", assim poderemos manter as selvas e prisões escolares, ou gerar centros de luz, clubes sociais escolares, espaços novos e ricos de exercício da cidadania e da democracia plena ... Enraizando mesmo uma nova e viva educação ambiental e uma sólida e libertária cultura sustentável.

Floripa, Ilha da Magia, 16 de julho de 2009

Dia do Aniversário e de seu Primeiro Aninho de Vida de

Emmanuel Ângelo Ogliari Schorr, nosso pequeno baby

Dia da Viagem do homem a Lua
Vamos viajar ao encontro de uma comunhão com o nosso planeta!


Tags: ecopedagogia, educação-ambiental, educação-terapêutica, novos-paradigmas

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OS AUTORES
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André Gorz nasceu em Viena, em 1924, é autor de ´Crítica da Divisão de Trabalho´ (Martins Fontes, 1989)

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Ned Ludd é organizador do livro Urgência nas Ruas ­ Coleção Baderna - Conrad, 2002


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Livro critica estágio atual da biologia e sugere caminhos para o futuro dessa disciplina

Se a poesia emprega metáforas para despertar o encanto, também a ciência usa esse recurso, para uma melhor compreensão de conceitos abstratos ou complexos. Por isso os cientistas falam, por exemplo, da movimentação do som por meio de "ondas". Porém, se na poesia o mau uso de metáforas resulta apenas em uma obra duvidosa, na ciência a compreensão literal das metáforas leva a perigosos mal-entendidos.

Esse é o eixo central das idéias discutidas por Richard Lewontin, pesquisador da Universidade de Harvard (EUA), em conferências realizadas em Milão que, com o acréscimo de mais um capítulo, tornaram-se o livro A tripla hélice. Lewontin debate a idéia de que somos pré-determinados pelos genes, aponta incorreções na teoria da evolução de Darwin, discute a visão cartesiana de que o corpo é uma máquina e sugere caminhos para o estudo da biologia.

O autor critica o uso do termo desenvolvimento para sintetizar as alterações por que passamos do nascimento à morte. Lewontin afirma que o "termo traz a idéia de algo que se desenrola a partir de algo já presente". Segundo esse conceito, as características dos seres vivos seriam a mera expressão do seu material genético e nunca dependeriam da influência do ambiente (como se verifica, nos humanos, no caso da língua que cada indivíduo fala).

Lewontin também discute a atualidade da teoria da evolução. O termo criticado dessa vez é a adaptação -- "o processo pelo qual um objeto se torna apto a satisfazer uma existência preexistente". Segundo esse conceito, a diversidade das espécies resultaria da existência de "diferentes tipos de ambientes aos quais os seres vivos se compatibilizaram mediante a seleção natural". O autor condena a separação entre ambiente e organismo. As formigas, por exemplo, fazem ninhos, as plantas consomem gás carbônico do ambiente e produzem o oxigênio a ser usado pelos animais. Organismos e ambiente agem um sobre o outro em um processo constante de transformação.

Mais uma metáfora combatida é a comparação de seres vivos a máquinas. Para estudar um organismo, a biologia divide-o em partes, como se fosse possível separá-lo em funções e em seguida "determinar um todo claro e de anatomia óbvia". É impossível estudar como alguém segura um objeto analisando apenas os movimentos da mão. Ele precisa dos olhos para ver, os músculos se contraem a partir do encurtamento das fibras musculares, que por sua vez depende da química das proteínas actisina e miosina.

Embora admita que as técnicas de que a ciência dispõe já bastam para que avanços sejam feitos, Lewontin esclarece que as respostas que a biologia elabora dependem das perguntas que faz. Se o estudo dos seres vivos está permeado de noções equivocadas, as perguntas serão mal-formuladas e as respostas não esclarecerão o que realmente interessa.

A tripla hélice é um livro atual e envolvente. Em uma linguagem simples, porém de raciocínios complexos, permite uma leitura surpreendente a quem quer que tenha domínio razoável de biologia e genética.


A tripla hélice - gene, organismo e ambiente
Richard Lewontin (trad.: José Viegas Filho)
São Paulo, 2002, Companhia das Letras
138 páginas - R$ 25

Denis Weisz Kuck
Ciência Hoje on-line
03/09/02

Notas

Porque NÃO!

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago 2009 at 13:13. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago.

Hora do Planeta


" Veja o seu mundo sob uma Luz totalmente diferente "

28/março : 20:30h horário local - desligar a eletricidade por 1 hora em sintonia com vários países - cada vez mais pessoas aderem a esta causa !
Participe e divulgue !!!

Em 2007 - esta idéia começa e toma conta da Austrália

Em 2008 - 35 países se unem, mais de 50 milhões de pessoas cadastradas que fizeram a diferença apagando
a Luz por uma hora e deixando a Mãe Terra respirar ...

Participem

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Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar 2009 at 11:00. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar.

Fotos dos membros da RETRANS

O slideshow da RETRANS, na página principal, comporta o nº máximo de 100 fotos.
As demais fotos (mais de mil fotos!) publicadas pelos membros seguem arquivadas em suas páginas pessoais ou nas páginas de FOTOS.Portanto, para quem quiser ver ou rever mais fotos basta clicar no link Fotos( parte superior da página principal) ou nas páginas pessoais de cada membro.
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Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 21 Jun 2008 at 10:44. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 23 Mar.

Objeções de consciência

Reservista israelense se nega a invadir Gaza

Um reservista escalado para invadir a faixa de Gaza se recusou a entrar no território como protesto contra a morte de centenas de palestinos, muitos deles civis, na Faixa de Gaza.

O militar, de 35 anos, integrante de uma unidade de engenheiros, foi condenado a 14 dias de prisão por insubordinação, informou em um comunicado a organização Ometz Lesarev, que apóia soldados que não concordam co… Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar 2009 at 10:50. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar.

Homenagem a Pierre Weil na Feira do Livro de Poa/RS


Encontro de autores da RETRANS na 54ª Feira do Livro de Porto Alegre

Em Busca da Paz

© Antônio Dayrell

(À memória de Pierre Weil*)

Pela paz soltaram as pombas do cativeiro,
um ano foi especialmente dedicado.

Pela paz construíram as armas,
homens perderam suas vidas,
famílias se viram destruídas.
Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 25 Nov 2008 at 16:06. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 5 Mar.

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