RETRANS - REDE TRANSCULTURAL HOLISTA

Tecendo Redes de Transformações

Transdisciplinaridade, o motivo que nos une nesta Rede, inclui aceitar que um músico fale sobre medicina, um dentista dê lições de ecologia, uma professora de física escreva poesia. Então vamos lá, aos cientistas cabe provar o que dizem, aos poetas cabe desafiar a ordem estabelecida.
Vejo em todo o sistema de crenças do mundo moderno uma unanimidade espantosa entre cientistas, religiosos, intelectuais e artistas a respeito do assunto transplante de órgãos. Fora uns fanáticos da seita Testemunhas de Jeová, que são contra porque o pastor mandou ser, não ouço uma só voz que se levante contra esta prática, nem a menor desconfiança, pelo contrário, todos os dias jornalistas e famosos empenham suas imagens em pedidos de doação de órgãos nos canhões da mídia. Há filas de milhares de pessoas à espera de órgãos e todos os dias centenas de cirurgias dessas são realizadas pelo mundo a fora. Tenho por hábito desconfiar de unanimidades.
Do modo como vejo, fazer um transplante de órgão é colocar um pedaço de um cadáver dentro de uma pessoa doente. Acho nojento, mas a primeira constatação a fazer é que não há cura, a natureza rejeita sempre e definitivamente o órgão intruso, a pessoa que recebe o transplante se torna escrava de medicamentos pesados pelo resto da sua vida. Cabe ressaltar aqui o interesse das indústrias farmacêuticas na prática dos transplantes, pois a cada novo paciente agrega-se mais um consumidor vitalício, com despesas altíssimas, na maioria bancadas pelo sistema público de saúde. Podia deixar esta história do interesse das megamultinacionais farmacêuticas para mais tarde, mas tenho convicção que este fator não é apenas um detalhe no marketing dos transplantes. São interesses de bilhões e bilhões de dólares, capazes de comprar ciências e consciências. Transplantes são uma questão de business, tanto quanto os transgênicos.
— Mas um transplante pode salvar uma vida!!! — É sempre a primeira reação quando contrario a opinião hegemônica, como se salvar uma vida valesse qualquer preço. Como metafísico, prefiro pensar antes na qualidade da vida que vou ter, na qualidade da morte que vou ter. Prefiro morrer a ter um pedaço de cadáver dentro do meu corpo e passar o resto da vida tomando medicamentos capazes de alterar toda a minha relação com a vida, detonando minha mente, meu campo emocional, minhas energias sutis. Já imaginaram como fica a aura de uma pessoa que recebeu um transplante de coração? Como funcionam os chacras de um transplantado? Como o corpo percebe o desrespeito às suas funções auto-imunes? Como a alma eterna reflete esta sobrevida física artificial e doentia?
Penso que um dia, daqui mais uns anos, as pessoas vão ficar horrorizadas com os transplantes que se faziam no início do século, como hoje nos espantamos com as sangrias medievais. Se tudo correr bem, o estudo das células tronco logo tornará obsoleta esta prática medonha e nefanda. Então vamos nos perguntar: —mas como é que as pessoas tinham coragem de praticar uma coisa tão execrável? Por amor à vida ou por medo da morte?

Compartilhar

Responder esta

Respostas a este tópico

Caramba Caos! que observação. Você falando desse jeito me faz pensar que o transplante é uma prática desumana.

Concordo plenamente do que você disse. O transplante pode dar milhôes para uma indústria farmacêutica e movimenta uma economia as custas dos sofrimento dos outros. Mas em contrapartida, a medicina está evoluindo a cada dia, nos dando esperança de, no futuro, termos uma qualidade de vida melhor para aqueles que necessitam de um transplante e, que, batalham para que suas vidas não sejam interrompidas por uma enfermidade.

Enquanto esse futuro promissor não chega, não podemos dar o direito de deixar que uma vida seja interrompida, se temos a chanse de dar a oportunidade de prolongar, nem que seja um pouquinho, a vida desta pessoa.

Infelizmente a vida é uma Só ( para aqueles que não acreditam em reencarnação). Alguns nascem com a sorte de ter uma vida completamente sadia, e outros, infelizmente, com o karma de está nesse mundo já doente. Mas ambas as pessoas têm um mesmo propósito: Viver.

" A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem."

Um abraço

Responder esta

Bella Sú,
A vida é uma só, para todos e para cada um, quer creiam quer não.
— Neófito, não há morte. — Disse Fernando Pessoa.
A vida é uma só porque a morte não existe. Quem acha que viver doente é melhor do que morrer consciente merece o transplante e suas conseqüências.
E de quem é o pensamento de que a vida é uma tragédia para os que sentem? Não concordo nem um pouquinho. Sentir é mais que saber. Tragédia é pensar, chorar e lamentar. Sentir é ser. Ser feliz, cantar e rir, isto é viver. Sofrer e amar, sentir dor, esperar pela morte com o coração tranqüilo, isto é ser, existir.
O medo é trágico.
Morrer com serenidade é parte de uma vida saudável.
Cam carinho,
Cao

Responder esta

.
Oi Cao

Muito interessante as questões. Realmente nunca tinha visto um depoimento nesta linha.
O seu "acho nojento" é plenamente explicado e justificado pela questão da rejeição do organismo ao "pedaço de cadaver" implantado. Realmente fica uma sensação de "há algo errado aí". Talvez haja mesmo !! Sinto que há !!!
E as questões relacionadas aos lucros da Ind. Farmacêutica são inquestionáveis. Não só, lucros de toda a cadeia tecnológica, hospitais, médicos... Perfeito, a máquina não perdoa, cria necessidades. Vide o número de Cesareanas...

Porém faço algumas pontuações:

1) Em 92 sofri uma cirurgia de bacia fortíssima, 6 horas, recebi sangue durante a intervenção. Consideras isto um transplante... ? Bem, sou favor !

2) E córneas ? É transplante... Acho que muitos cegos preferem ver a luz física primeiro, e depois as energias mais sutis ! Aura ? Acho que prefere ver a luz da Aurora... e as frutas e por-do-sol na Chácara...

3) Tenho uma colega de trabalho que é Bi-transplantada de rim, o primeiro deu em merda, rejeição, sei lá. Sabe, ela já me trouxe muita coisa boa, tem um namorado que gosta muito dela, e ela dele. Eles cultivam o amor... Não sei como é a aura deles, mas ela é uma pessoa muito bonita.

4) Você tem filhos ? Eu tenho. Jamais eu seria contra que meu filho sofresse um transplante que lhe salvasse a vida, ou que o fizesse ver novamente. Eu até seria doador para ele, nem que para isso eu tivesse que me matar !!

5) Por isso eu digo que esta é uma questão muito pessoal, íntima. Talvez tanto ou mais que o aborto, que afinal é uma decisão que põe fim ao desenvolvimento de um ser...

6) Células tronco ? E se for de embriões ... ? Acho que esta questão dá outro Tópico de discussão !!!


Grande abraço, parabéns por valorizar este espaço com qualidade em vez de quantidade.

Acauã
.

Responder esta

O amor faz a gente fazer loucuras. É o mínimo que um pai e uma mãe fazem para salvar a vida de seu próprio filho: o sacrifício. Quando a vida de nosso filho está em jogo, todas as nossas crenças, opiniões, ideologias, valores são ínfimos, insignificantes, quando se trata em salvar a vida das pessoas que mais amamos. Esse fato me lembrou a novela "laços de família" de Manuel Carlos (acho que todos assitiram). Esta novela retrata justamente esse fato de se sacrificar pelo amor ao filho.

(Helena teve que renunciar o seu grande amor, o Teo, para salvar a vida de sua filha Camila na qual sofria de leucemia. Ela engravidou novamente, em seus 40 e poucos anos, do pai de sua filha, Pedro. Mas não foi tão fácil como se parecia. Ninguém sabia que o Pedro era o pai de Camila, a filha de Helena. Então, ela teve que desvendar esse segredo, depois de 22 anos guardados a sete chaves. E mais, Helena, em seu ato de desespero, depois de ter feito todos os planejamentos necessários para que ela pudesse engravidar na primeira tentativa, se ofereceu à Pedro deixando de lado todos os seu princípios e convicções. E depois de muito dramas, capítulos e revelações, Helena conseguiu superar sua gravidez de risco e deu à luz a uma menina que se chamara Vitória após saber que havia compatibilidade sanguínea da menina com a sua irmã leucêmica Camila e salvando-a). Essa novela me fez chorar muito...

Acauã, eu não tenho filhos mas, sei que quando tiver os meus, talvez eu saiba o verdadeiro significado da palavra Abdicação por amor. Sensibilizou-me muito as suas palavras.

Obrigada

Responder esta

Om, Acauã,
Sabia que este tópico iria criar polêmica. Mas não é este o objetivo?
Obrigado por suas perguntas, ajudam a organizar o pensamento. Responderei uma a uma com todo o cuidado.
1. Transfusão de sangue é uma troca de fluidos entre pessoas vivas, nada tem a ver com transplante. Não tenho nada contra. Nem a favor.
2. Até onde sei, o transplante de córnea não causa rejeição. Se a natureza aceita, então é aceitável.
3. Cada um tem seu caminho, não tenho nada a dizer sobre a história pessoal de cada um. Acontece que eu confio na sobrevivência do espírito e da consciência após a morte física. Se você morre de qualquer doença, surge no mundo espiritual com um corpo plenamente saudável ou tem rápida recuperação. Se você leva um corpo energético totalmente desequilibrado terá de passar por sérias dificuldades na nova vida. Arrancar o coração (ou o rim?) e colocar no lugar um pedaço de uma pessoa morta causa rejeição e desequilíbrio em todo o sistema imune, em todos os campos energéticos. Você morre muito doente e sem coração, no mínimo vai precisar de outras cirurgias no mundo espiritual e de um longo período de recuperação.
4. Eu tenho dois filhos pequenos e jamais permitiria que cometessem um transplante em qualquer um deles sob qualquer alegação. É mais importante a vida do espírito que a vida da matéria. Um espírito saudável é o que todos deveríamos buscar enquanto estamos dentro deste veículo físico.
5. Jamais tive um filho abortado e jamais seria afavor de tal violência. Não tenho que julgar outras pessoas.
6. O estudo das células tronco vai na direção em que não serão necessários embriões, todos nós portamos células tronco ao longo de toda a vida. A cura virá de dentro de nós mesmos, como deve ser.
E mais uma resposta sem pergunta só para terminar: a medicina ocidental vê o corpo humano como uma máquina dolorosa destituída de vibrações espirituais. Não confio e não aceito conselhos de médicos que se digam materialistas. O ser humano é dez por cento matéria e noventa por cento energia. Médicos materialistas são ignorantes e perigosos.

Grande abraço.
Cao

Responder esta

É uma coisa que sempre acreditei, desde quando estudei religiões orientais, que nós ocidentais temos muito que aprender com os orientais. Eles vêem a vida da maneira como deve ser vista.

É muito interessante quando você fala que "o ser humano é dez por cento matéria e noventa por cento energia", me faz acreditar que vale realmente a pena o esforço de lutar por uma educação voltado ao equilíbrio entre o sensível e o racional, espiritual e o material, etc.

A cura das doenças está realmente dentro de nós. E isso nós aprendemos graças aos orientais.
E dessa influência oriental originaram-se milhares de livros denominados de auto-ajuda para que possamos utilizar a extraordinária força que existe dentro de nós.

Gosto muito do ponto de vista do Cao, ele me fez entender um outro lado de concepção de vida que, até então, não conseguia assimilar direito com tanta clareza. Mas confesso que precisamos ter um equilíbrio daquilo que achamos que é correto e do que precisa ser feito.

Se pudéssemos escolher entre viver em um mundo onde não existam doenças, transplantes, misérias, desigualdades e um mundo que exista tudo isso. Claro que todos optariam pela primeira.

Acredito que na vida nada é por acaso. Se você tem uma doença, analisada do meu ponto de vista cientifico, você precisaria ser tratado e lhe ofereceria todas as opções de curas que existem. Entretanto, analisando segundo o meu ponto de vista espiritual-sensível, diria a você que precisaria de uma ajuda espiritual, pois a doença está aí ou porque levava a vida muito negativamente, ou porque precisaria passar por esse momento para extrair disso um sentido de aprendizagem muito forte. Mas ambas acreditando que pelo simples fato de está vivendo essa vida, você deveria aproveitá-la.
E mesmo que existam outras vidas, quantas vidas precisam ser passadas para se viver intensamente?

Querido Cao, poderia esclarecer a seguinte afirmação: “Eu tenho dois filhos pequenos e jamais permitiria que cometessem um transplante em qualquer um deles sob qualquer alegação. É mais importante a vida do espírito que a vida da matéria.” Segundo a minha interpretação, isso quer dizer que você preferiria a morte de seus filhos à ter que submetê-los a um transplante?


Um abraço

Responder esta

Concordo contigo, e fico assustada ao ver que as filas de pessoas doentes para transplante aumentam a cada dia. O que era para ser um experimento científico virou procedimento normal, já tem até transplante pelo SUS.
Eu tenho dois filhos, antes de aceitar uma medida como esta iria procurar todas as possibilidades e alternativas terapêuticas, orientais, ocidentais e espirituais.
Mary

Responder esta

Ano passado foram realizados 12.000 transplantes pelo SUS!

Responder esta

Bella Sú,
Bela e inteligente. Entendeu tudo exatamente como eu queria dizer. Muito obrigado, às vezes me sinto meio incompreendido e sei que falta mesmo é explicar direito aquilo que penso. Acho que consegui passar a mensagem e agradeço por sua colaboração ao lembrar a medicina oriental, muito mais adiantada que a nossa em todos os sentidos, pois sempre levou em consideração a existência do espírito.
Tudo que existe no Universo é composto de dez por cento de matéria e noventa por cento de energia, do núcleo do átomo ao conjunto das galáxias. Penso que tratar o corpo humano como se fosse constituído só de carne, sangue e ossos é ignorar noventa por cento de sua constituição. Tratando apenas de sintomas físicos é impossível fazer boa medicina.
Quanto à sua pergunta, pode ter certeza de que estou dizendo exatamente o que penso. Não creio que a morte seja a pior coisa que possa acontecer a qualquer pessoa, incluindo meus filhos e eu mesmo. Penso que um transplante de órgão é provavelmente uma das piores coisas que se pode fazer a alguém, mesmo que seja com a melhor das intenções. Afinal, não é que os médicos materialistas sejam maus, podem ser ótimas pessoas, são apenas muito ignorantes.
Até já,
Cao

Responder esta

Querido Cao, obrigada pela "Bella Sú", na verdade não sou tão bela assim.

É difícil encontrar pessoas que são contra o transplante. No meu convívio social isso é muito raro.
Então, quando eu me deparo com essa situação, costumo compreender o motivo da pessoa e jamais, em hipótese alguma, julga-las pelas suas concepções.

Olhar a vida por esse parâmetro é algo que não é pra qualquer um. Você precisaria ser altamente decidido e psicologicamente resolvido.

Eu, em minha opinião mais íntima e questionadora, não saberia lhe dizer se gostaria, se isso fosse realmente possível, que toda a população mundial pensasse dessa forma.
Confesso-te que não sou tão espiritualista assim, mas também não sou totalmente uma insensível materialista incapaz de compreender isto.

Vejo-me a pensar se um dia, tiver que precisar de um transplante. No fundo da minha alma, acho que depois de ter chorado muito pela infelicidade de ter contraído esta enfermidade, ficaria entre os dois caminhos a seguir:

1° Me matar. Por saber as conseqüências que passarei a conviver por causa de um transplante. Não somente pelo lado espiritual, mas por passar a depender, pelo resto da vida, da medicina, diminuindo consideravelmente minha qualidade de vida.

2°Aceitar o meu destino. Pensaria na minha mãe que choraria amargamente por perder sua única filha. Nós meus verdadeiros amigos. Na Aurora minha irmã, por que sei q sou muito importante pra ela. E nos meus sonhos que, de certa forma, poderiam ser concretizados mesmo sendo uma transplantada.

Minha nossa!!! Só de pensar nessa difícil decisão me dar vontade de chorar.
Eu, sinceramente, não saberia qual das duas decisões pesaria na minha escolha.

Um abraço

Responder esta

Amiga Sú, (Bella é porque tinhas gostado, e, por favor, não se subestime, só o teu sorriso aí na foto já merece o elogio),
Não é à tôa que alguns dos trabalhos mais fortes e transformadores de nossa perspectiva de vida são os de renascimento e as oficinas onde a morte é o mote. A morte é forte, é única para cada um de nós e não pode ser eternamente evitada.
Já leu Castañeda? Don Juan dizia que devemos ter a morte sempre presente em nossas vidas, como se fosse um animal à espreita o tempo todo, logo atrás de nosso ombro esquerdo (se você olhar com suficiente rapidez poderá vê-lo ali, de tocaia), mais cedo ou mais tarde, talvez quando menos esperarmos, ele pulará sobre nós num golpe fatal.
Porque da morte ninguém pode fugir, virá com certeza, mais cedo ou mais tarde, mais ou menos dolorosa, mais ou menos surpreendente, estar consciente deste fato ajuda muito na nossa espiritualização, na nossa compreensão da vida e na aceitação dos outros.
Que bom que este tópico te fez ir tão fundo. Fico emocionado.
Muito obrigado,
Cao

Responder esta

Eu sempre me perguntei o que haveria além deste mundo real e irreal. A morte é a única certeza que temos nessa vida. O resto são conseqüências, são as colheitas que fazemos a partir de nossas plantações.
Bom, para não me prolongar sobre o conceito da morte, acredito que a maioria das pessoas, por saberem que a morte é inevitável, corre, foge, e, como se fosse possível se esconde dela.
As pessoas de nosso convívio, na maioria leiga sobre assuntos transcendentais, não se preocupam com esses assuntos debatidos acima. Elas apenas querem viver a cada momento. E elas fazem de tudo para permanecerem vivas, não importam em que condições elas se submetam. Apenas viver, é o que importa.
Acredito que é importante pensarmos no nosso destino quando formos embora desse plano. Mas quando essa hora não chega, vamos aproveitar essa grande Dádiva de Deus, que é viver.

E não me incomodo de ser chamada de “Bella”, aliais, fico lisonjeada.

Um abraço


P.s: poderia criar um tópico com um tema que se refere “ vida após a morte”. Acho que irá fazer um maior sucesso. Discutir religião é uma discussão interminável

Responder esta

RSS

Sobre

Eduardo Sejanes Cezimbra Eduardo Sejanes Cezimbra criou esta rede social no Ning.

Translate this Network

Música

Carregando...

Últimas atividades

Parabéns bela matéria. Estou estudando o livro O mito do progresso de Gilberto Dupas e ele aprofunda a questão da necessidade de muito grão para um pouco de carne, especialmente na pressão do ser humano para com o meio ambiente, nesta relação. Abr...
1 hora atrás
Caro Eduardo: o Fabrice deixa muito claro. Ele NÃO tem as respostas. Para mim, esta é uma posição inteligente (e com a qual concordo). O problema não é "salvar a Terra". Esta é uma grande falácia dos humanos. A sobrevivência da espécie é que está ...
3 horas atrás
Uma postagem no blog de Eduardo Sejanes Cezimbra foi destacada
Fabrice Nicolino, autor de Bidoche, L’Industrie de la viande menace le monde (Éditions Les Liens que Libèrent), respondeu, dia 16 de outubro, às questões dos leitores do Monde.fr sobre os efeitos nocivos do aumento massivo do consumo mundial de ...
3 horas atrás
Eduardo Sejanes Cezimbra adicionou uma foto ao álbum 'Transc.2'
4 horas atrás
Eduardo Sejanes Cezimbra adicionou uma foto
4 horas atrás
Maria das Graças Papalardo adicionou um vídeo
Vídeo do site:http://pelosanimais.org.ptPelos direitos dos AnimaisColoque uma maçã e um coelhinho no berço de uma criança pequena. Se a criança comer o coelh...
16 horas atrás
Liana Utinguassú adicionou uma postagem no blog
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROCESSO SELETIVO ESPECÍFICO PARA INGRESSO DE ESTUDANTES INDÍGENAS EDITAL 24 DE NOVEMBRO DE 2010 1- ABERTURA A Universidade Federal do Rio Grande do Sul torna pública a abertura de inscrições para o Pr...
16 horas atrás
Neli Maria Mengalli talvez participe do evento de Eduardo Sejanes Cezimbra
JardinAção em Canela/RS em "Bosque de Canela"
13 dezembro 2009 de 10 a 16
Este JardinAção em Canela tem um sentido de confraternização de Jardineiros e partilha de nossos saberes, em meio à Mata Atlãntica de Canela. Mas, está aberto para a comunidade. A programação começa com dança circular e encerra com atividades mus...
17 horas atrás
23 horas atrás
Lethi está participando do evento de Eduardo Sejanes Cezimbra
JardinAção em Canela/RS em "Bosque de Canela"
13 dezembro 2009 de 10 a 16
Este JardinAção em Canela tem um sentido de confraternização de Jardineiros e partilha de nossos saberes, em meio à Mata Atlãntica de Canela. Mas, está aberto para a comunidade. A programação começa com dança circular e encerra com atividades mus...
ontem
ontem
ontem

Badge

Carregando...

Fórum

Cao Guimaraes

Transplantes e transgênicos 56 respostas 

Transdisciplinaridade, o motivo que nos une nesta Rede, inclui aceitar que um músico fale sobre medicina, um dentista dê lições de ecologia, uma professora de física escreva poesia. Então vamos lá,...

Iniciado por Cao Guimaraes em Não-categorizado. Última resposta de Dhan 3. Nov, 2008.

Dhan

... e quem são vocês? 39 respostas 

Ando cada vez mais curiosa sobre os novos membros que têm como foto pessoal a capa do filme "Quem somos nós"! Então, é um grupo que aprofunda o tema (excelente, por sinal) ou é mera coincidência? C...

Iniciado por Dhan em Não-categorizado. Última resposta de Maria Thereza Amaral 26. Maio, 2008.

Dhan

O que você está lendo? 30 respostas 

Estou sugerindo este tópico para darmos uma ligada geral no coletivo - é uma maneira das pessoas se apresentarem independentemente do aconchego das suas páginas pessoais ou dos sub-grupos temático...

Tag: leitura, contatos, resenhas, integração, trocas

Iniciado por Dhan em Não-categorizado. Última resposta de Miguel Accacio 12 Mar.

Eduardo Sejanes Cezimbra

A mídia só é livre quando a mente é livre 29 respostas 

Evandro Ouriques introduz no I Forum de Mídia Livre a questão da Mente Livre Seiscentas pessoas já confirmaram sua participação no 1º Fórum de Mídia Livre (FML), que acontecerá no Rio de Janeiro n...

Tag: comunicação, consciência, transdisciplinaridade, liberdade, mídia

Iniciado por Eduardo Sejanes Cezimbra em Exemplo de título. Última resposta de Cris 21 Mar.

Eduardo Sejanes Cezimbra

Infanticídio põe em xeque respeito à tradição indígena 15 respostas 

Postado por Acauã na Retrans e-ventos: Caros Taí um exemplo de debate complexo. Respeito (de verdade) às tradições dos povos da floresta, ou impor "nossa" cultura de direitos humanos. Ou nós é que ...

Tag: indígenas, relativismo, leis, cultura

Iniciado por Eduardo Sejanes Cezimbra em Não-categorizado. Última resposta de Acauã Rodrigues 1. Jul, 2008.

Cao Guimaraes

As origens do azar 14 respostas 

Você é um excelente motorista, é claro. Mas hoje, só hoje, você foi a uma festa com os amigos, bebeu cerveja, perdeu a hora. Sua filha está na porta do prédio esperando por você. Às pressas pela es...

Iniciado por Cao Guimaraes em Não-categorizado. Última resposta de Dhan 12. Maio, 2008.

DILTON SILVA DE JESUS

VIDA ABSOLUTA? 11 respostas 

Podemos admitir a possibilidade de vida = Fiat-Lux?

Iniciado por DILTON SILVA DE JESUS em Exemplo de título. Última resposta de Acauã Rodrigues 4. Dez, 2008.

Eduardo Sejanes Cezimbra

"O Fim da Comida" 10 respostas 

Entrevista com Paul Roberts Em 2050, seremos todos vegetarianos. Comer menos carne é o único meio de alimentar 10 bilhões de humanos, diz o autor de "O Fim da Comida" Peter Moon Data: 16/06/20...

Iniciado por Eduardo Sejanes Cezimbra em Exemplo de título. Última resposta de Cris 25. Ago, 2008.

Acauã Rodrigues

Macacos Conscientes do Ponto Azul e Emanações da Coisa 9 respostas 

. Caros Assistir o vídeo "O Pálido Ponto Azul" e em seguida o "Dancem Macacos, Dancem" é uma experiência. Dá uma sensação de um certo descolamento do mundo cotidiano, e talvez um princípio de visl...

Iniciado por Acauã Rodrigues em Não-categorizado. Última resposta de Laerte Willmann 12. Maio, 2008.

Eduardo Sejanes Cezimbra

Entrevista com Edgar Morin:O desafio da complexidade e da transdisciplinaridade. 9 respostas 

O desafio da complexidade e da transdisciplinaridade. Entrevista com Edgar Morin Se há um intelectual francês para quem a expressão ‘mestre’ ainda tem um sentido, este é Edgar Morin. Um mestre do...

Tag: interdisciplinaridade, complexidade, transdisciplinaridade

Iniciado por Eduardo Sejanes Cezimbra em Não-categorizado. Última resposta de João Beauclair 31 Maio.

Livros recomendados pelo IPETRANS

A vida secreta dos ingredientes - Pegue uma embalagem de biscoito em sua cozinha e dê uma lida no rótulo. Você conhece a origem e a função de todos os ingredientes? O jornalista americano Steve Ettlinger também não sabia, mas viajou o mundo para descobrir e relatou tudo no livro Twinkie, Deconstructed (Twinkie, Desconstruído, sem edição brasileira). A ideia surgiu durante um piquenique com a família. Seu filho perguntou o que é o polissorbato 60: “Dá em árvores?” Ettlinger não soube o que responder e decidiu descobrir e compartilhar esse conhecimento com outros consumidores. Foi pesquisar a origem de todos os ingredientes do famoso bolinho recheado Twinkie, vendido há mais de 70 anos nos Estados Unidos. Em alguns casos, a origem está em refinarias de química cuja localização é protegida por leis antiterrorismo. Noutros, nas fazendas de milho e soja do Meio Oeste americano. (Ah, sim: o polissorbato 60 de certa forma dá em árvores. Trata-se de um polímero derivado de milho e óleo vegetal. É um emulsificante: faz com que a água e a gordura se combinem. No caso do Twinkie, sua função é substituir a capacidade estabilizante dos ovos e do leite, que ajudam no crescimento das massas.)
Entrevista com o AUTOR

Apocalipse Motorizado

Ned Ludd (org.)

A cada três minutos acontece um acidente envolvendo carros na cidade de São Paulo.

Vinte mil pessoas são mortas, por ano, vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, mas números não oficiais apontam quase o dobro. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mais de um milhão de pessoas estão envolvidas direta ou indiretamente nestes acidentes!

As ruas, avenidas e viadutos avançam devastando bairros e expropriando o espaço público da comunidade pelo espaço privado do automóvel.

O petróleo polui e altera as condições climáticas das cidades cada vez mais congestionadas...Guerras são declaradas e milhões são massacrados pelo controle das fontes de combustíveis como podemos ver claramente hoje no Iraque.

Contudo, até então nenhuma reflexão contundente sobre o papel desumano dos automóveis havia obtido seu devido espaço no Brasil, nenhuma crítica radical contra essas máquinas moedoras de carne humana.

Por isso, o livro Apocalipse Motorizado - A Tirania do Automóvel em um Planeta Poluído apresenta uma coletânea inédita de textos sobre a questão do automóvel como uma imposição social, discutindo seus ´efeitos colaterais´ nefastos como poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Mais que uma abordagem teórica, o livro propõe ações práticas e soluções à libertação da humanidade dessa tirania.

A coletânea é ilustrada pelo cartunista americano Andy Singer, cujo livro CARtoons tornou-se referência nos movimentos anticapitalistas ao redor do mundo.

Apocalipse Motorizado não representa apenas uma análise da insustentável organização de nosso atual sistema de transportes, mas também insere sugestões de como, de maneira inteligente e criativa, se opôr à ditadura do automóvel e suas consequências desumanas.

O pensamento ecológico radical de Ivan Illich e André Gorz, o papel do carro em nossa sociedade, a história do movimento anticarro, seu objetivo, como organizar uma ´Massa Crítica´ em sua cidade, sugestões de manifestações bem-humoradas: tudo condensado neste livro bombástico, um guia para quem não aceita ficar parado, vendo o tráfego atropelar suas vítimas.

Mais um acidente de trânsito acabou de acontecer em São Paulo.

OS AUTORES
Ivan Illich (1926-2000) foi um dos pensadores mais surpreendentes dos anos 70 e 80. Com precisão e força atacou cada um dos falsos consensos da sociedade ocidental. O texto de Illich neste livro teve imenso impacto no pensamento libertário de hoje.

André Gorz nasceu em Viena, em 1924, é autor de ´Crítica da Divisão de Trabalho´ (Martins Fontes, 1989)

Aufheben é o nome de um grupo autonomista marxista da Inglaterra surgido nos anos 90.

Car Buster é a principal organização ativista internacional do movimento anticarro.

Reclaim The Streets é um dos principais movimentos ativistas de Londres que surgiu em 1991 com o intuito de tornar as ruas um local de convívio entre pessoas e não somente um espaço de passagem.

Ned Ludd é organizador do livro Urgência nas Ruas ­ Coleção Baderna - Conrad, 2002


Ciência precisa de metáforas melhores, diz pesquisador
Livro critica estágio atual da biologia e sugere caminhos para o futuro dessa disciplina

Se a poesia emprega metáforas para despertar o encanto, também a ciência usa esse recurso, para uma melhor compreensão de conceitos abstratos ou complexos. Por isso os cientistas falam, por exemplo, da movimentação do som por meio de "ondas". Porém, se na poesia o mau uso de metáforas resulta apenas em uma obra duvidosa, na ciência a compreensão literal das metáforas leva a perigosos mal-entendidos.

Esse é o eixo central das idéias discutidas por Richard Lewontin, pesquisador da Universidade de Harvard (EUA), em conferências realizadas em Milão que, com o acréscimo de mais um capítulo, tornaram-se o livro A tripla hélice. Lewontin debate a idéia de que somos pré-determinados pelos genes, aponta incorreções na teoria da evolução de Darwin, discute a visão cartesiana de que o corpo é uma máquina e sugere caminhos para o estudo da biologia.

O autor critica o uso do termo desenvolvimento para sintetizar as alterações por que passamos do nascimento à morte. Lewontin afirma que o "termo traz a idéia de algo que se desenrola a partir de algo já presente". Segundo esse conceito, as características dos seres vivos seriam a mera expressão do seu material genético e nunca dependeriam da influência do ambiente (como se verifica, nos humanos, no caso da língua que cada indivíduo fala).

Lewontin também discute a atualidade da teoria da evolução. O termo criticado dessa vez é a adaptação -- "o processo pelo qual um objeto se torna apto a satisfazer uma existência preexistente". Segundo esse conceito, a diversidade das espécies resultaria da existência de "diferentes tipos de ambientes aos quais os seres vivos se compatibilizaram mediante a seleção natural". O autor condena a separação entre ambiente e organismo. As formigas, por exemplo, fazem ninhos, as plantas consomem gás carbônico do ambiente e produzem o oxigênio a ser usado pelos animais. Organismos e ambiente agem um sobre o outro em um processo constante de transformação.

Mais uma metáfora combatida é a comparação de seres vivos a máquinas. Para estudar um organismo, a biologia divide-o em partes, como se fosse possível separá-lo em funções e em seguida "determinar um todo claro e de anatomia óbvia". É impossível estudar como alguém segura um objeto analisando apenas os movimentos da mão. Ele precisa dos olhos para ver, os músculos se contraem a partir do encurtamento das fibras musculares, que por sua vez depende da química das proteínas actisina e miosina.

Embora admita que as técnicas de que a ciência dispõe já bastam para que avanços sejam feitos, Lewontin esclarece que as respostas que a biologia elabora dependem das perguntas que faz. Se o estudo dos seres vivos está permeado de noções equivocadas, as perguntas serão mal-formuladas e as respostas não esclarecerão o que realmente interessa.

A tripla hélice é um livro atual e envolvente. Em uma linguagem simples, porém de raciocínios complexos, permite uma leitura surpreendente a quem quer que tenha domínio razoável de biologia e genética.


A tripla hélice - gene, organismo e ambiente
Richard Lewontin (trad.: José Viegas Filho)
São Paulo, 2002, Companhia das Letras
138 páginas - R$ 25

Denis Weisz Kuck
Ciência Hoje on-line
03/09/02

Notas

Porque NÃO!

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago 2009 at 13:13. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 29 Ago.

Hora do Planeta


" Veja o seu mundo sob uma Luz totalmente diferente "

28/março : 20:30h horário local - desligar a eletricidade por 1 hora em sintonia com vários países - cada vez mais pessoas aderem a esta causa !
Participe e divulgue !!!

Em 2007 - esta idéia começa e toma conta da Austrália

Em 2008 - 35 países se unem, mais de 50 milhões de pessoas cadastradas que fizeram a diferença apagando
a Luz por uma hora e deixando a Mãe Terra respirar ...

Participem

Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar 2009 at 11:00. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 31 Mar.

Fotos dos membros da RETRANS

O slideshow da RETRANS, na página principal, comporta o nº máximo de 100 fotos.
As demais fotos (mais de mil fotos!) publicadas pelos membros seguem arquivadas em suas páginas pessoais ou nas páginas de FOTOS.Portanto, para quem quiser ver ou rever mais fotos basta clicar no link Fotos( parte superior da página principal) ou nas páginas pessoais de cada membro.
Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 21 Jun 2008 at 10:44. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 23 Mar.

Objeções de consciência

Reservista israelense se nega a invadir Gaza

Um reservista escalado para invadir a faixa de Gaza se recusou a entrar no território como protesto contra a morte de centenas de palestinos, muitos deles civis, na Faixa de Gaza.

O militar, de 35 anos, integrante de uma unidade de engenheiros, foi condenado a 14 dias de prisão por insubordinação, informou em um comunicado a organização Ometz Lesarev, que apóia soldados que não concordam co… Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar 2009 at 10:50. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 18 Mar.

Homenagem a Pierre Weil na Feira do Livro de Poa/RS


Encontro de autores da RETRANS na 54ª Feira do Livro de Porto Alegre

Em Busca da Paz

© Antônio Dayrell

(À memória de Pierre Weil*)

Pela paz soltaram as pombas do cativeiro,
um ano foi especialmente dedicado.

Pela paz construíram as armas,
homens perderam suas vidas,
famílias se viram destruídas.
Continuar

Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra 25 Nov 2008 at 16:06. Atualizado pela última vez por Eduardo Sejanes Cezimbra 5 Mar.

© 2009   Criado por Eduardo Sejanes Cezimbra no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo